<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
<channel>
	<title>Alagoas Tempo</title>
	<link>http://alagoastempo.com.br</link>
	<description>O site número 1 de Alagoas</description>
	<language>pt-br</language>
	<category>Noticias</category>
	<copyright>Alagoas Tempo</copyright>
	<image>
		<title>Alagoas Tempo</title>
		<url>http://alagoastempo.com.br/public/images/layout/alagoastempo.gif</url>
		<link>http://alagoastempo.com.br</link>
	</image>

				<item>
					<title><![CDATA[Produtores de laranja lima são capacitados para combater pragas e doenças]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19704/agricultura/2012/05/22/produtores-de-laranja-lima-so-capacitados-para-combater-pragas-e-doencas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19704/agricultura/2012/05/22/produtores-de-laranja-lima-so-capacitados-para-combater-pragas-e-doencas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 22 May 2012 11:04:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[&nbsp;
Agricultores da zona rural de Santana do Munda&uacute; que  produzem laranja lima ser&atilde;o capacitados, nesta quarta (23) e  quinta-feira (24), para combater pragas e doen&ccedil;as que at]]></description>
					<content><![CDATA[&nbsp;
Agricultores da zona rural de Santana do Munda&uacute; que  produzem laranja lima ser&atilde;o capacitados, nesta quarta (23) e  quinta-feira (24), para combater pragas e doen&ccedil;as que atingem os  pomares. Eles ser&atilde;o orientados por uma engenheira agr&ocirc;noma da Secretaria  de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri) na  elabora&ccedil;&atilde;o de uma calda sulfoc&aacute;lcica.
O produto pode ser elaborado  na propriedade do agricultor e &eacute; usado principalmente no combate &agrave;  doen&ccedil;a feltro, al&eacute;m de pragas em geral, como insetos e &aacute;caros.
Nos  dois dias de capacita&ccedil;&atilde;o, a atividade come&ccedil;a &agrave;s 9h, na unidade  demonstrativa de manejo de laranja lima, na comunidade Amoras, dentro da  propriedade do agricultor Jo&atilde;o Firmino, com cerca de 20 participantes  em cada dia.
De acordo com Valdelane Ten&oacute;rio, agr&ocirc;noma que vai  conduzir a atividade, o composto que ser&aacute; elaborado &eacute; uma forma natural  de combater pragas e doen&ccedil;as, ou seja, n&atilde;o agride o meio ambiente, n&atilde;o  contamina as frutas e &eacute; bem mais barato que os produtos industrializados  vendidos em lojas de insumos agr&iacute;colas.
&ldquo;A calda sulfoc&aacute;lcica &eacute;  at&oacute;xica, f&aacute;cil de ser feita, l&iacute;quida e protetora da planta. &Eacute; elaborada a  partir de uma mistura em &aacute;gua quente de enxofre e cal virgem. O  composto serve para proteger a planta e ainda fornece a ela importantes  nutrientes&rdquo;, explicou a agr&ocirc;noma da Seagri.
Atualmente, a doen&ccedil;a feltro est&aacute; afetando muitas plantas no Vale do Munda&uacute;&rdquo;, completou.A  capacita&ccedil;&atilde;o dos produtores &eacute; uma a&ccedil;&atilde;o do Arranjo Produtivo Local (APL)  de Laranja Lima do Vale do Munda&uacute; e tem o apoio do Sebrae/AL, da  Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico  (Seplande) e da Seagri, por meio do Regional Zona da Mata.
Modo de preparo
De  acordo com a agr&ocirc;noma da Seagri, para preparar 10 litros de calda  sulfoc&aacute;lcica s&atilde;o necess&aacute;rios 2,5kg de enxofre e 1,5kg de cal virgem. Em  tambor de ferro ou lat&atilde;o, sobre forno ou fog&atilde;o, deve-se adicionar  vagarosamente a cal virgem a 5 litros de &aacute;gua, agitando constantemente  com uma p&aacute; de madeira.
No in&iacute;cio da fervura, &eacute; preciso misturar  vagarosamente o enxofre previamente dissolvido em &aacute;gua quente e colocar o  restante da &aacute;gua, tamb&eacute;m pr&eacute;-aquecida, at&eacute; a fervura completa.&ldquo;Quando  a calda passar da cor vermelha para pardo-avermelhada, estar&aacute; pronta.  Ap&oacute;s o resfriamento, dever&aacute; ser coada em pano ou peneira fina para  evitar entupimento dos pulverizadores. A borra restante pode ser  empregada para caia&ccedil;&atilde;o do tronco de &aacute;rvores. A calda pronta deve ser  estocada em recipiente de pl&aacute;stico opaco ou vidro escuro e armazenada em  local escuro e fresco, por um per&iacute;odo relativamente curto, sendo ideal  sua utiliza&ccedil;&atilde;o at&eacute;, no m&aacute;ximo, 60 dias ap&oacute;s a prepara&ccedil;&atilde;o&rdquo;, detalhou  Valdelane Ten&oacute;rio.
Doen&ccedil;a
A doen&ccedil;a feltro &eacute;  causada por fungos do g&ecirc;nero Septobasidium e caracteriza-se por um  revestimento branco, marrom ou cinza escuro, que recobre principalmente  ramos, mas pode aparecer tamb&eacute;m em folhas e frutos.
&ldquo;Sob a camada  do revestimento do fungo, abrigam-se cochonilhas respons&aacute;veis pelo  secamento dos ramos mais novos, que, dependendo da intensidade da  doen&ccedil;a, chegam a debilitar a planta. O controle pode ser feito com a  retirada dos galhos finos mais afetados, raspagem dos revestimentos e  aplica&ccedil;&atilde;o da calda sulfoc&aacute;lcica&rdquo;, explicou a agr&ocirc;noma da Seagri.
Mudan&ccedil;a de h&aacute;bito
A  Superintend&ecirc;ncia de Pesquisa, Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural da  Seagri, em parceria com a Ger&ecirc;ncia Regional da Zona da Mata, implantou  duas unidades demonstrativas para realiza&ccedil;&atilde;o de atividades com  agricultores de Santana do Munda&uacute; e Uni&atilde;o dos Palmares. A cada semana,  os produtores participam de uma atividade diferente, sempre com foco na  melhoria da produ&ccedil;&atilde;o de laranja.
Eles j&aacute; foram orientados sobre  como fazer poda de limpeza da planta, controle de gomose (uma doen&ccedil;a),  coroamento da planta, biofertilizante (adubo natural) e controle de  pragas. &ldquo;Percebemos que eles est&atilde;o desenvolvendo uma mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos,  ou seja, est&atilde;o melhorando o manejo e encarando a produ&ccedil;&atilde;o de forma  diferente&rdquo;, destacou a agr&ocirc;noma Valdelane Ten&oacute;rio.
&ldquo;Essas a&ccedil;&otilde;es  apresentam aos agricultores resultados pr&aacute;ticos, que eles podem aplicar  em sua produ&ccedil;&atilde;o e perceber a melhora. Esse &eacute; mais um exemplo da  import&acirc;ncia da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural para a melhoria de  vida das fam&iacute;lias do campo&rdquo;, salientou o secret&aacute;rio adjunto de Estado da  Agricultura, Jos&eacute; Marinho J&uacute;nior.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Governo garante R$ 1,1 milhão para a apicultura em Alagoas]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19502/agricultura/2012/05/17/governo-garante-r-11-milho-para-a-apicultura-em-alagoas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19502/agricultura/2012/05/17/governo-garante-r-11-milho-para-a-apicultura-em-alagoas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 17 May 2012 17:23:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O  Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e  do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (Seplande), garantiu recursos da ordem de  R$ 1,1 milh&atilde;o para beneficiar produtores]]></description>
					<content><![CDATA[O  Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e  do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (Seplande), garantiu recursos da ordem de  R$ 1,1 milh&atilde;o para beneficiar produtores ligados ao Arranjo Produtivo  Local da Apicultura. O projeto que garantiu os investimentos foi  aprovado no edital da Superintend&ecirc;ncia do Desenvolvimento do Nordeste  (Sudene), voltado ao desenvolvimento regional, territorial sustent&aacute;vel e  para economia solid&aacute;ria. O resultado do chamamento p&uacute;blico foi  divulgado nessa quarta-feira (16).
Com  a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto, apicultores de 21 munic&iacute;pios alagoanos, em  especial da regi&atilde;o do Sert&atilde;o, ter&atilde;o a oportunidade de alavancar a sua  produ&ccedil;&atilde;o com novos equipamentos. A previs&atilde;o da Superintend&ecirc;ncia de  Desenvolvimento Regional e Setorial da Seplande &eacute; que cerca de 250  fam&iacute;lias sejam beneficiadas.
&ldquo;O  Governo de Alagoas aposta na inclus&atilde;o produtiva como forma de gerar  riquezas e movimentar a economia do Estado. Estamos atendendo uma  necessidade dos apicultores da regi&atilde;o do Sert&atilde;o, que a partir de agora  ser&atilde;o fortalecidos e poder&atilde;o contar com uma estrutura adequada para  produzir&rdquo;, declarou o secret&aacute;rio de Estado do Planejamento e do  Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Luiz Otavio Gomes.
Os  recursos destinados ao projeto ser&atilde;o utilizados para a aquisi&ccedil;&atilde;o de  quatro unidades m&oacute;veis de extra&ccedil;&atilde;o, aproximadamente cinco mil colmeias,  al&eacute;m de materiais de consumo como botas, protetores e macac&otilde;es para a  extra&ccedil;&atilde;o.
&ldquo;Ap&oacute;s  um estudo de campo e com um monitoramento do trabalho desses  produtores, formatamos um projeto que viabiliza os materiais  priorit&aacute;rios para o desenvolvimento dos neg&oacute;cios, al&eacute;m de suprir a  car&ecirc;ncia existente na parte log&iacute;stica&rdquo;, destacou o superintendente de  Desenvolvimento Regional e Setorial da Seplande, Michael Chinelato.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Agricultores aprendem a fazer solução caseira contra fungos]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19361/agricultura/2012/05/15/agricultores-aprendem-a-fazer-soluco-caseira-contra-fungos.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19361/agricultura/2012/05/15/agricultores-aprendem-a-fazer-soluco-caseira-contra-fungos.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 15 May 2012 13:12:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Um procedimento simples vem ajudando produtores de laranjas lima do   Vale do Munda&uacute; a fazer render sua produ&ccedil;&atilde;o. Na &uacute;ltima semana, atrav&eacute;s de   uma capacita&ccedil;]]></description>
					<content><![CDATA[Um procedimento simples vem ajudando produtores de laranjas lima do   Vale do Munda&uacute; a fazer render sua produ&ccedil;&atilde;o. Na &uacute;ltima semana, atrav&eacute;s de   uma capacita&ccedil;&atilde;o, eles aprenderam a produzir e utilizar uma solu&ccedil;&atilde;o   caseira que elimina a doen&ccedil;a feltro de suas planta&ccedil;&otilde;es. &Eacute; a calda   sulfoc&aacute;lcica, ou seja, uma mistura de &aacute;gua, enxofre e cal virgem que tem   mostrado aos produtores locais que &eacute; poss&iacute;vel cultivar laranjas  grandes  e saud&aacute;veis, livres de doen&ccedil;as, sem grandes gastos.  A  doen&ccedil;a &ldquo;Feltro&rdquo;, que tem atingido as laranjeiras da regi&atilde;o, &eacute;  causada  por fungos do g&ecirc;nero Septobasidium, e se caracteriza por um   revestimento branco, marrom ou cinza escuro, que recobre principalmente   os ramos, mas pode aparecer tamb&eacute;m em folhas e frutos. O fungo &eacute;   semelhante &agrave; camur&ccedil;a, compacto e espesso, e forma um tecido imperme&aacute;vel   sobre as partes das plantas. A boa not&iacute;cia para os produtores, al&eacute;m da   exist&ecirc;ncia da solu&ccedil;&atilde;o caseira, &eacute; que o fungo &eacute; facilmente remov&iacute;vel.  Para produzir a solu&ccedil;&atilde;o, basta levar os ingredientes ao aquecimento   por determinado tempo para que eles desenvolvam rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas e se   transformem na concentra&ccedil;&atilde;o de calda sulfoc&aacute;lcica, que pode ser guardada   e utilizada quando necess&aacute;rio. Para utiliz&aacute;-la, &eacute; s&oacute; diluir 100ml de   calda a cada litro de &aacute;gua e pulverizar em toda a planta&ccedil;&atilde;o.  A  solu&ccedil;&atilde;o, que utiliza ingredientes de baixo custo e pode ser  produzida e  aplicada pelos pr&oacute;prios agricultores, &eacute; isenta de  subst&acirc;ncias t&oacute;xicas,  ou seja, n&atilde;o prejudica as planta&ccedil;&otilde;es, mesmo que  elas sejam de produtos  org&acirc;nicos.  De acordo com Cristina Loureiro, analista da  Unidade de Atendimento  Coletivo Agroneg&oacute;cios do Sebrae Alagoas, existem  dois benef&iacute;cios  principais para o uso da calda: primeiro, os  agricultores gastam pouco  para produzi-la, o que n&atilde;o aconteceria se ela  fosse composta por  produtos qu&iacute;micos, como os pesticidas; segundo,  porque eles garantem  frutos livres da doen&ccedil;a feltro.  &ldquo;Hoje, o  maior ganho que eles tiveram foi perceber que n&atilde;o &eacute; uma  quest&atilde;o de  sorte a laranja nascer grande e saud&aacute;vel, mas uma quest&atilde;o de  controle e  combate das doen&ccedil;as. A capacita&ccedil;&atilde;o provou a eles que n&atilde;o s&oacute; &eacute;  poss&iacute;vel  que as frutas nas&ccedil;am com qualidade, mas tamb&eacute;m que eles n&atilde;o  precisam  gastar muito para isso&rdquo;, explicou Cristina.  Segundo a  engenheira agr&ocirc;noma Valdelane Ten&oacute;rio, que ministrou a  capacita&ccedil;&atilde;o para  os produtores, &eacute; importante promover uma mudan&ccedil;a de  h&aacute;bitos entre  eles, pois muitos tratam a produ&ccedil;&atilde;o de laranja como uma  cultura  extrativista.  &ldquo;Todas essas pr&aacute;ticas t&ecirc;m os ajudado a aumentar a  produ&ccedil;&atilde;o, melhorar  os aspectos da fruta e a cuidar do solo. S&atilde;o  exerc&iacute;cios simples, que  podem garantir o uso da terra de forma  sustent&aacute;vel, por tempo  indeterminado&rdquo;, salienta Valdelane.  A  regi&atilde;o do Vale do Munda&uacute;, que possui tr&ecirc;s unidades demonstrativas de   Pr&aacute;ticas de Manejo Agr&iacute;cola para Cultivo da Laranja Lima, vem recebendo   diversas capacita&ccedil;&otilde;es importantes para esse cultivo desde agosto de   2011. Algumas delas foram para an&aacute;lise do solo, corre&ccedil;&atilde;o do solo a   partir da an&aacute;lise, identifica&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as do pomar, pr&aacute;ticas de poda   de limpeza para a retirada de galhos ladr&otilde;es, produ&ccedil;&atilde;o de   biofertilizantes, aduba&ccedil;&atilde;o natural, entre outros.  A capacita&ccedil;&atilde;o  para a produ&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o da calda sulfoc&aacute;lcica foi  realizada em  Santana do Munda&uacute;, no S&iacute;tio de Amoras, e &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o  da Secretaria  de Estado de Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio  (Seagri), em  parceria com o Sebrae Alagoas, como parte das a&ccedil;&otilde;es do  Arranjo  Produtivo Local Laranja no Vale do Munda&uacute;.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Governador negocia liberação de recursos com ministro do Desenvolvimento Agrário]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19154/agricultura/2012/05/10/governador-negocia-liberaco-de-recursos-com-ministro-do-desenvolvimento-agrario.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/19154/agricultura/2012/05/10/governador-negocia-liberaco-de-recursos-com-ministro-do-desenvolvimento-agrario.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 10 May 2012 14:00:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Acompanhado do secret&aacute;rio de Agricultura do Estado, Jorge  Dantas, o governador Teotonio Vilela se reuniu nesta quarta-feira (9)  com o ministro do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Pepe Vargas p]]></description>
					<content><![CDATA[Acompanhado do secret&aacute;rio de Agricultura do Estado, Jorge  Dantas, o governador Teotonio Vilela se reuniu nesta quarta-feira (9)  com o ministro do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Pepe Vargas para solicitar a  libera&ccedil;&atilde;o da segunda parcela dos recursos de dois conv&ecirc;nios em execu&ccedil;&atilde;o  com a parceria do MDA.
Os conv&ecirc;nios, no valor total de R$ 4  milh&otilde;es, s&atilde;o para assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural. O governador  tratou tamb&eacute;m da possibilidade de novo conv&ecirc;nio com o Incra, para  resolver quest&otilde;es de desapropria&ccedil;&atilde;o de terras ocupadas.
A solu&ccedil;&atilde;o  para o repasse da segunda parcela dos conv&ecirc;nios de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica &eacute;  prioridade da Secretaria de Estado da Agricultura, principalmente  devido o longo per&iacute;odo de estiagem que o Sert&atilde;o e parte do Agreste de  Alagoas enfrentam.
O secret&aacute;rio Jorge Dantas informou ter recebido  o compromisso do ministro de priorizar a an&aacute;lise dos conv&ecirc;nios dos  estados nordestinos afetados pela seca.
Um novo conv&ecirc;nio com o  Incra para o pagamento de desapropria&ccedil;&atilde;o de terras ocupadas  tem como  objetivo evitar eventuais conflitos fundi&aacute;rios. De acordo com Dantas, h&aacute;  casos de propriedades com reintegra&ccedil;&atilde;o de posse j&aacute; garantida pela  Justi&ccedil;a. &ldquo;O Estado quer evitar conflitos no ato da reintegra&ccedil;&atilde;o, e para  isso &eacute; necess&aacute;rio que o Estado e o Incra firmem o novo conv&ecirc;nio&rdquo;, disse  Dantas.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Adubo verde reduz custos de lavoura e ajuda a recuperar solo degradado]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18938/agricultura/2012/05/06/adubo-verde-reduz-custos-de-lavoura-e-ajuda-a-recuperar-solo-degradado.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18938/agricultura/2012/05/06/adubo-verde-reduz-custos-de-lavoura-e-ajuda-a-recuperar-solo-degradado.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Sun, 06 May 2012 20:08:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[A t&eacute;cnica de adubo verde ajuda a melhorar a qualidade do solo e proteger a terra contra a eros&atilde;o e as altas temperaturas. Ecologicamente corretos e mais econ&ocirc;micos, os adubos verde]]></description>
					<content><![CDATA[A t&eacute;cnica de adubo verde ajuda a melhorar a qualidade do solo e proteger a terra contra a eros&atilde;o e as altas temperaturas. Ecologicamente corretos e mais econ&ocirc;micos, os adubos verdes est&atilde;o cada vez mais presentes nas lavouras e se tornaram grandes aliados, principalmente na agricultura familiar.
Em um s&iacute;tio em Bandeirantes, a 66 km deCampo Grande, fica o ber&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o de sementes de adubo verde, uma pr&aacute;tica agr&iacute;cola que deixa de lado os investimentos em agrot&oacute;xicos e insumos. Na unidade demostrativa, existem dezenas de pequenos espa&ccedil;os com 12 esp&eacute;cies de leguminosas que possuem caracter&iacute;sticas de ampliar a incorpora&ccedil;&atilde;o de nutrientes na terra.
O projeto de sementes &eacute; desenvolvido emMato Grosso do Sul&nbsp;desde 2008. Atualmente, pequenos agricultores de 15 munic&iacute;pios do estado usam os produtos origin&aacute;rios deBandeirantes.
As plantas s&atilde;o usadas como base nas terras degradadas. &Eacute; o caso da crotal&aacute;ria. Al&eacute;m do alto poder de fixa&ccedil;&atilde;o dos nutrientes no solo, &eacute; uma grande destruidora de nematoides. As ra&iacute;zes chegam a quase 10 metros de profundidade. Depois da ro&ccedil;ada, a mat&eacute;ria org&acirc;nica em decomposi&ccedil;&atilde;o ajuda a nutrir o solo. &Eacute; uma forma de melhorar a aduba&ccedil;&atilde;o e reduzir custos. Os resultados da aduba&ccedil;&atilde;o verde n&atilde;o s&atilde;o vistos de um, ano para o outro, mas &agrave;s vezes surpreendem.
O sistema vem sendo empregado por produtores de hortas. Aos poucos, os agricultores come&ccedil;am a ver os benef&iacute;cios da aduba&ccedil;&atilde;o verde. "A aduba&ccedil;&atilde;o verde n&atilde;o &eacute; uma coisa que voc&ecirc; faz uma vez na vida, apenas. &Eacute; durante todos os ciclos poss&iacute;veis. Normalmente, se faz mais no per&iacute;odo de ver&atilde;o, de outubro a janeiro, pela quantidade de &aacute;gua e pelos dias mais longos", diz Valter Loeschner, respons&aacute;vel pelo banco de sementes.
&nbsp;
&nbsp;]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Produtores de laranja lima são capacitados para combater pragas e doenças]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18290/agricultura/2012/04/24/produtores-de-laranja-lima-so-capacitados-para-combater-pragas-e-doencas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18290/agricultura/2012/04/24/produtores-de-laranja-lima-so-capacitados-para-combater-pragas-e-doencas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 24 Apr 2012 12:30:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Agricultores da zona rural de Santana do Munda&uacute; que  produzem laranja lima ser&atilde;o capacitados, nesta quarta-feira (25), para  combater pragas e doen&ccedil;as que atingem os pomares. Eles]]></description>
					<content><![CDATA[Agricultores da zona rural de Santana do Munda&uacute; que  produzem laranja lima ser&atilde;o capacitados, nesta quarta-feira (25), para  combater pragas e doen&ccedil;as que atingem os pomares. Eles ser&atilde;o orientados  por uma engenheira agr&ocirc;noma da Secretaria de Estado da Agricultura e do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri) na elabora&ccedil;&atilde;o de uma calda  sulfoc&aacute;lcica.

O produto pode ser elaborado na propriedade do  agricultor e &eacute; usado principalmente no combate &agrave; doen&ccedil;a feltro, al&eacute;m de  pragas em geral, como insetos e &aacute;caros. A atividade come&ccedil;a &agrave;s 9h, na  unidade demonstrativa de manejo de laranja lima, na comunidade Amoras,  dentro da propriedade do agricultor Jo&atilde;o Firmino, com cerca de 20  participantes.
De acordo com Valdelane Ten&oacute;rio, agr&ocirc;noma que vai  conduzir a atividade, o composto que ser&aacute; elaborado &eacute; uma forma natural  de combater pragas e doen&ccedil;as, ou seja, n&atilde;o agride o meio ambiente, n&atilde;o  contamina as frutas e &eacute; bem mais barato que os produtos industrializados  vendidos em lojas de insumos agr&iacute;colas.
&ldquo;A calda sulfoc&aacute;lcica &eacute;  at&oacute;xica, f&aacute;cil de ser feita, l&iacute;quida e protetora da planta. &Eacute; elaborada a  partir de uma mistura em &aacute;gua quente de enxofre e cal virgem. O  composto serve para proteger a planta e ainda fornece a ela importantes  nutrientes&rdquo;, explicou a agr&ocirc;noma da Seagri. &ldquo;Atualmente, a doen&ccedil;a feltro  est&aacute; afetando muitas plantas no Vale do Munda&uacute;&rdquo;, completou.Modo de  preparo &ndash; De acordo com a agr&ocirc;noma, para preparar 10 litros de calda  sulfoc&aacute;lcica s&atilde;o necess&aacute;rios 2,5kg de enxofre e 1,5kg de cal virgem. Em  tambor de ferro ou lat&atilde;o, sobre forno ou fog&atilde;o, deve-se adicionar  vagarosamente a cal virgem a 5 litros de &aacute;gua, agitando constantemente  com uma p&aacute; de madeira.No in&iacute;cio da fervura, &eacute; preciso misturar  vagarosamente o enxofre previamente dissolvido em &aacute;gua quente e colocar o  restante da &aacute;gua, tamb&eacute;m pr&eacute;-aquecida, at&eacute; a fervura completa.&ldquo;Quando  a calda passar da cor vermelha para pardo-avermelhada, estar&aacute; pronta.  Ap&oacute;s o resfriamento, dever&aacute; ser coada em pano ou peneira fina para  evitar entupimento dos pulverizadores. A borra restante pode ser  empregada para caia&ccedil;&atilde;o do tronco de &aacute;rvores. A calda pronta deve ser  estocada em recipiente de pl&aacute;stico opaco ou vidro escuro e armazenada em  local escuro e fresco, por um per&iacute;odo relativamente curto, sendo ideal  sua utiliza&ccedil;&atilde;o at&eacute;, no m&aacute;ximo, 60 dias ap&oacute;s a prepara&ccedil;&atilde;o&rdquo;, detalhou  Valdelane Ten&oacute;rio.
Doen&ccedil;a
A doen&ccedil;a feltro &eacute;  causada por fungos do g&ecirc;nero Septobasidium e caracteriza-se por um  revestimento branco, marrom ou cinza escuro, que recobre principalmente  ramos, mas pode aparecer tamb&eacute;m em folhas e frutos.
&ldquo;Sob a camada  do revestimento do fungo, abrigam-se cochonilhas respons&aacute;veis pelo  secamento dos ramos mais novos, que, dependendo da intensidade da  doen&ccedil;a, chegam a debilitar a planta. O controle pode ser feito com a  retirada dos galhos finos mais afetados, raspagem dos revestimentos e  aplica&ccedil;&atilde;o da calda sulfoc&aacute;lcica&rdquo;, explicou a agr&ocirc;noma da Seagri.
Mudan&ccedil;a de h&aacute;bito
A  Superintend&ecirc;ncia de Pesquisa, Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural da  Seagri, em parceria com a Ger&ecirc;ncia Regional da Zona da Mata, implantou  duas unidades demonstrativas para realiza&ccedil;&atilde;o de atividades com  agricultores de Santana do Munda&uacute; e Uni&atilde;o dos Palmares. A cada semana,  os produtores participam de uma atividade diferente, sempre com foco na  melhoria da produ&ccedil;&atilde;o de laranja.
Eles j&aacute; foram orientados sobre  como fazer poda de limpeza da planta, controle de gomose (uma doen&ccedil;a),  coroamento da planta, biofertilizante (adubo natural) e controle de  pragas. &ldquo;Percebemos que eles est&atilde;o desenvolvendo uma mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos,  ou seja, est&atilde;o melhorando o manejo e encarando a produ&ccedil;&atilde;o de forma  diferente&rdquo;, destacou a agr&ocirc;noma Valdelane Ten&oacute;rio.
&ldquo;Essas a&ccedil;&otilde;es  apresentam aos agricultores resultados pr&aacute;ticos, que eles podem aplicar  em sua produ&ccedil;&atilde;o e perceber a melhora. Esse &eacute; mais um exemplo da  import&acirc;ncia da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural para a melhoria de  vida das fam&iacute;lias do campo&rdquo;, salientou a superintendente da Seagri, Rita  de C&aacute;ssia.

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Frutífera é adaptada a todas as regiões e resultados chegam ao agricultor em pouco tempo]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18069/agricultura/2012/04/19/frutifera-e-adaptada-a-todas-as-regies-e-resultados-chegam-ao-agricultor-em-pouco-tempo.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/18069/agricultura/2012/04/19/frutifera-e-adaptada-a-todas-as-regies-e-resultados-chegam-ao-agricultor-em-pouco-tempo.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 19 Apr 2012 14:48:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Agricultores familiares e t&eacute;cnicos do munic&iacute;pio de Joaquim Gomes  acompanham nesta ter&ccedil;a-feira (17), a partir das 9h, uma palestra do  engenheiro agr&ocirc;nomo Alberto Espinheira]]></description>
					<content><![CDATA[Agricultores familiares e t&eacute;cnicos do munic&iacute;pio de Joaquim Gomes  acompanham nesta ter&ccedil;a-feira (17), a partir das 9h, uma palestra do  engenheiro agr&ocirc;nomo Alberto Espinheira Silva sobre a cajucultura. A  atividade pode ser realizada tanto em propriedades grandes quanto  pequenas e &eacute; garantia de gera&ccedil;&atilde;o de renda para os agricultores, desde  que utilizadas as variedades de plantas e t&eacute;cnicas corretas.
De acordo com o engenheiro da Secretaria de Estado da Agricultura  e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri), que coordena um projeto de  Expans&atilde;o e Moderniza&ccedil;&atilde;o da Cajucultura em Alagoas, a sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos  produtores rurais j&aacute; est&aacute; ocorrendo em todas as regi&otilde;es do Estado.  Segundo ele, a variedade estimulada para o plantio &eacute; o cajueiro an&atilde;o  precoce, que em apenas seis meses come&ccedil;a a frutificar. Ele explicou que  essa variedade foi melhorada pela Embrapa Fruticultura, sediada no  Estado do Cear&aacute;, e adapta-se bem a todas as regi&otilde;es de Alagoas.
&nbsp;&ldquo;Do  Sert&atilde;o ao Litoral, &eacute; poss&iacute;vel cultivar essa variedade. Para fazer essa  demonstra&ccedil;&atilde;o, nos munic&iacute;pios onde os agricultores t&ecirc;m interesse,  implantamos uma unidade demonstrativa, geralmente numa &aacute;rea dos pr&oacute;prios  agricultores. Depois, levamos os demais produtores para acompanhar os  resultados e repassamos as t&eacute;cnicas&rdquo;, explicou Alberto Espinheira. A  partir disso, s&atilde;o indicados viveiros credenciados que trabalham com  mudas do cajueiro an&atilde;o.&nbsp;Ainda segundo ele, enquanto um hectare  de cajueiro normal atinge a maturidade produtiva em 12 anos, o cajueiro  an&atilde;o chega a essa fase em apenas seis anos. &ldquo;A produ&ccedil;&atilde;o num hectare  comum &eacute; de 250 quilos de castanha. J&aacute; num hectare do cajueiro an&atilde;o chega  a 1.300 quilos de castanha por hectare. Al&eacute;m disso, a produ&ccedil;&atilde;o do  ped&uacute;nculo tamb&eacute;m &eacute; maior&rdquo;, salientou.&nbsp;O ped&uacute;nculo &eacute; a parte do  caju usada para produ&ccedil;&atilde;o de polpa, suco, doces e outros derivados. Outra  vantagem do cajueiro an&atilde;o precoce &eacute; que ele frutifica o ano inteiro,  enquanto as outras variedades s&oacute; produzem no ver&atilde;o. Al&eacute;m disso, a  colheita &eacute; mais f&aacute;cil, pois a planta &eacute; de porte pequeno, e assim n&atilde;o h&aacute;  perdas do ped&uacute;nculo. O engenheiro agr&ocirc;nomo da Seagri tamb&eacute;m explicou que  as institui&ccedil;&otilde;es financeiras concedem cr&eacute;dito para o cultivo dessa  variedade.&nbsp;MercadoUma das garantias de  renda para os agricultores que cultivam o cajueiro an&atilde;o precoce &eacute; a  demanda do mercado. De acordo com Alberto Espinheira, as ind&uacute;strias que  produzem polpa de frutas, doces, sucos e derivados da castanha precisam  de mat&eacute;ria-prima e est&atilde;o se espalhando por Alagoas.&nbsp;Um dos  melhores exemplos &eacute; uma unidade comunit&aacute;ria de beneficiamento de  castanha instalada em Olho D&rsquo;&Aacute;gua das Flores, no Sert&atilde;o do Estado. No  local, os agricultores e seus familiares trabalham com o produto o ano  inteiro. No mesmo munic&iacute;pio tamb&eacute;m existem uma unidade de beneficiamento  do ped&uacute;nculo, que teve apoio do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio  (MDA), e uma unidade particular de beneficiamento de castanha. Os  agricultores tamb&eacute;m recebem acompanhamento do Sebrae/AL.&nbsp;Outras  unidades que trabalham com o caju e a castanha foram instaladas em  Limoeiro de Anadia, Estrela de Alagoas e Palmeira dos &Iacute;ndios, al&eacute;m da  Cooperativa Pindorama. Com o mesmo objetivo, h&aacute; projetos em andamento  para Arapiraca, com apoio da Prefeitura Municipal, e Teotonio Vilela,  com apoio da Usina Seresta. &ldquo;Nas regi&otilde;es canavieiras, a cajucultura &eacute;  uma op&ccedil;&atilde;o para manter as fam&iacute;lias no campo ap&oacute;s a mecaniza&ccedil;&atilde;o total da  colheita da cana-de-a&ccedil;&uacute;car e, assim, evitar o &ecirc;xodo rural. O caju tamb&eacute;m  pode ser plantado nas &aacute;reas de encosta onde antes havia cana&rdquo;, frisou o  agr&ocirc;nomo da Seagri.&nbsp;Plantio consorciado&ldquo;O  cultivo do cajueiro an&atilde;o precoce pode ser consorciado com feij&atilde;o e  milho, que tradicionalmente comp&otilde;em a alimenta&ccedil;&atilde;o e a renda dos  agricultores alagoanos&rdquo;, comentou Alberto Espinheira. Segundo ele, o  espa&ccedil;amento entre as &aacute;rvores permite o cultivo dos gr&atilde;os, que possuem o  ciclo curto e ajudam a melhorar a qualidade do solo.&nbsp;Segundo  ele, outra atividade que pode ser praticada nas &aacute;reas dos cajueiros &eacute; a  apicultura, que pode aumentar em at&eacute; 25% a produ&ccedil;&atilde;o da fruta devido &agrave;  poliniza&ccedil;&atilde;o feita pelas abelhas.&nbsp;&ldquo;A diversifica&ccedil;&atilde;o produtiva &eacute;  importante principalmente para os pequenos agricultores. Como suas &aacute;reas  s&atilde;o pequenas, elas devem ser exploradas da forma correta. Para isso, o  Governo do Estado disponibiliza assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e projetos como  esse. Temos que destacar tamb&eacute;m que parte dessa produ&ccedil;&atilde;o pode ser  vendida para a merenda escolar e para o Programa de Aquisi&ccedil;&atilde;o de  Alimentos (PAA)&rdquo;, completou o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas. &ldquo;Em 2012, o PAA poder&aacute; ser  executado em mais de 60 munic&iacute;pios para adquirir a produ&ccedil;&atilde;o local tanto  de produtos in natura quanto beneficiados. &Eacute;, portanto, uma oportunidade  para esses agricultores&rdquo;, afirmou o secret&aacute;rio.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Movimentos sociais realizam devassa em cana ilegal]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17921/agricultura/2012/04/17/movimentos-sociais-realizam-devassa-em-cana-ilegal.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17921/agricultura/2012/04/17/movimentos-sociais-realizam-devassa-em-cana-ilegal.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 17 Apr 2012 11:12:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Os movimentos sociais do campo alagoano, unificados em torno da Jornada  Nacional de Lutas no Dia Internacional de Luta Camponesa (17/04),  realizam neste momento &agrave;s margens]]></description>
					<content><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Os movimentos sociais do campo alagoano, unificados em torno da Jornada  Nacional de Lutas no Dia Internacional de Luta Camponesa (17/04),  realizam neste momento &agrave;s margens da BR-101 e BR-104 duas retiradas  massivas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car plantadas ilegalmente por Usinas e seus  arrendat&aacute;rios. Como parte da a&ccedil;&atilde;o, a Comiss&atilde;o Pastoral da Terra (CPT), o  Movimento de Liberta&ccedil;&atilde;o dos Sem Terra (MLST), o Movimento dos  Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento Terra, Trabalho e  Liberdade (MTL) plantam milho e feij&atilde;o.
A interven&ccedil;&atilde;o dos  movimentos &eacute; um alerta para que sirva de exemplo a outros plantadores  ilegais que se utilizam de &aacute;reas de dom&iacute;nio da Uni&atilde;o (30 metros para os  dois lados a partir da rodovia) para aumentarem o lucro de seus  empreendimentos. &ldquo;Ao longo dos anos, esta se tornou uma pr&aacute;tica muito  comum e at&eacute; hoje &eacute; relevada pelas autoridades, mas estamos em peso aqui  para denunciar e, indo al&eacute;m, plantando uma produ&ccedil;&atilde;o que se volte para  alimenta&ccedil;&atilde;o de nossa gente&rdquo;, diz Carlos Lima da CPT Alagoas.
Os  trabalhadores est&atilde;o nas rodovias BR-101 e BR-104, nas cidades de Messias  e Murici (aproximadamente 50 km de Macei&oacute;), regi&atilde;o marcada pela  devasta&ccedil;&atilde;o da Mata Atl&acirc;ntica em nome do plantio secular de  cana-de-a&ccedil;&uacute;car sob modelo exportador e de grande concentra&ccedil;&atilde;o de terras.  Com fac&otilde;es e foices em punho, os militantes est&atilde;o redesenhando &agrave; m&atilde;o a  margem das BR e, a cada decepada, v&atilde;o plantando tamb&eacute;m a esperan&ccedil;a de um  modelo agr&iacute;cola que se volte para a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos saud&aacute;veis.
&nbsp;  Mais cedo, as organiza&ccedil;&otilde;es do campo se somaram a um piquete nacional  que parou por 21 minutos as estradas de todo pa&iacute;s. Em Alagoas, foram  dezesseis pontos interrompidos em den&uacute;ncia a toda viol&ecirc;ncia e injusti&ccedil;a  no campo e contra a paralisia que sofre a pol&iacute;tica agr&aacute;ria, que alcan&ccedil;a  hoje &iacute;ndices piores do que os da Era-FHC.
Todos os anos, a&ccedil;&otilde;es na  passagem do dia 17 de abril lembram as cenas de horror e desespero  patrocinados por Governo, Justi&ccedil;a e Pol&iacute;cia Militar do Par&aacute; no conhecido  Massacre de Eldorado dos Caraj&aacute;s. Nesta opera&ccedil;&atilde;o de guerra da pol&iacute;cia  contra trabalhadores foram vitimados 21 agricultores, entre eles Oziel  Alves, de apenas 17 anos. At&eacute; hoje, os dois &uacute;nicos condenados pela  justi&ccedil;a continuam livres e impunes e a quest&atilde;o agr&aacute;ria no pa&iacute;s persiste  no tom da mis&eacute;ria e viol&ecirc;ncia no campo.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Alagoas é o  primeiro estado do Nordeste em redução de mata atlântica, diz ONG]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17793/agricultura/2012/04/15/alagoas-e-o-primeiro-estado-do-nordeste-em-reduco-de-mata-atlantica-diz-ong.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17793/agricultura/2012/04/15/alagoas-e-o-primeiro-estado-do-nordeste-em-reduco-de-mata-atlantica-diz-ong.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Sun, 15 Apr 2012 07:53:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Um estudo da organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental SOS Mata Atl&acirc;ntica aponta que a Para&iacute;ba &eacute; o terceiro estado do Nordeste que mais reduziu a extens&atilde;o da mata a]]></description>
					<content><![CDATA[Um estudo da organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental SOS Mata Atl&acirc;ntica aponta que a Para&iacute;ba &eacute; o terceiro estado do Nordeste que mais reduziu a extens&atilde;o da mata atl&acirc;ntica. De acordo com os dados levantados pela institui&ccedil;&atilde;o, entre os anos de 2008 e 2010, dos quase 5.691.967 km&sup2; do territ&oacute;rio paraibano que era coberto pela floresta s&oacute; restam 75.641. A quantidade remanescente representa um percentual de 11,34% da extens&atilde;o origin&aacute;ria.
O &iacute;ndice s&oacute; ficou acima dos apresentados por Alagoas (10,02%) e Sergipe (9,17%).saiba maisSOS Mata Atl&acirc;ntica avalia rios brasileiros como 'ruins' ou 'regulares'Por outro lado, segundo a ONG, os estados nordestinos que possuem mais &aacute;reas remanescentes da mata atl&acirc;ntica s&atilde;o Cear&aacute; (16,50%) e Rio Grande do Norte (14,12%). No ranking dos 16 Estados que ainda possuem resqu&iacute;cios da mata, a Para&iacute;ba tem o quinto maior percentual de conserva&ccedil;&atilde;o da mata atl&acirc;ntica. Santa Catarina possui 23% da &aacute;rea preservada e &eacute; o estado que det&eacute;m a maior extens&atilde;o conservada da floresta, no Brasil.
De acordo com a professora do Departamento de Ci&ecirc;ncias da Natureza da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Rita Baltazar, as principais causas dessa redu&ccedil;&atilde;o da mata atl&acirc;ntica s&atilde;o a expans&atilde;o imobili&aacute;ria, o urbanismo e a cultura da cana-de-a&ccedil;&uacute;car. &ldquo;As &aacute;reas verdes foram devastadas da costa paraibana para dar espa&ccedil;o &agrave; monocultura da cana-de-a&ccedil;&uacute;car e por causa da expans&atilde;o urbana n&atilde;o planejada&rdquo;, disse.
Segundo o especialista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), T&eacute;rcio Luiz Penha, a devasta&ccedil;&atilde;o da mata atl&acirc;ntica altera diretamente a qualidade de vida das pessoas, pois ela aumenta a sensa&ccedil;&atilde;o de calor e provoca rea&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, como enchentes e secas.&ldquo;Quando derruba uma &aacute;rvore, a pessoa tamb&eacute;m retira a sombra do local, deixa o solo exposto e, muitas vezes, o solo fica imperme&aacute;vel. Isso acontece porque a &aacute;rvore funciona como equil&iacute;brio t&eacute;rmico, porque recebe a chuva e libera em forma de pingos ao solo, deixando o ambiente mais ameno&rdquo;, observa.
Ainda conforme T&eacute;rcio, outro benef&iacute;cio gerado pela presen&ccedil;a das &aacute;rvores &eacute; a qualidade do oxig&ecirc;nio, usado na respira&ccedil;&atilde;o das pessoas. &ldquo;O carbono &eacute; um g&aacute;s que, em excesso, &eacute; nocivo &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Mas a &aacute;rvore retira o carbono e joga o oxig&ecirc;nio. Por isso, &eacute; f&aacute;cil entender que manter arvore &eacute; uma quest&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia&rdquo;, comenta.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Produtores dos perímetros deverão praticar a ovinocaprinocultura e a agricultura irrigada]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17575/agricultura/2012/04/10/produtores-dos-perimetros-devero-praticar-a-ovinocaprinocultura-e-a-agricultura-irrigada.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/17575/agricultura/2012/04/10/produtores-dos-perimetros-devero-praticar-a-ovinocaprinocultura-e-a-agricultura-irrigada.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 10 Apr 2012 20:00:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Experi&ecirc;ncias de desenvolvimento sustent&aacute;vel em &aacute;reas irrigadas e de  sequeiro para regi&otilde;es semi&aacute;ridas foram apresentadas a gestores p&uacute;blicos,  t&eacute;cnicos ]]></description>
					<content><![CDATA[Experi&ecirc;ncias de desenvolvimento sustent&aacute;vel em &aacute;reas irrigadas e de  sequeiro para regi&otilde;es semi&aacute;ridas foram apresentadas a gestores p&uacute;blicos,  t&eacute;cnicos e produtores rurais nesta ter&ccedil;a-feira (10), numa reuni&atilde;o que discutiu  estrat&eacute;gias de produ&ccedil;&atilde;o para os per&iacute;metros do Canal do Sert&atilde;o. O encontro foi  realizado no Pal&aacute;cio Rep&uacute;blica dos Palmares.O objetivo da reuni&atilde;o era  conhecer experi&ecirc;ncias exitosas e debater projetos j&aacute; elaborados para os  per&iacute;metros do Canal do Sert&atilde;o com foco em gera&ccedil;&atilde;o de renda e uso sustent&aacute;vel da  &aacute;gua. Uma das atividades que mais se destaca como adequada para a regi&atilde;o no  entorno do canal &eacute; a ovinocaprinocultura. A a&ccedil;&atilde;o faz parte do projeto  estruturante da Seagri no Programa Alagoas Tem Pressa.&ldquo;Temos que levar  em conta a voca&ccedil;&atilde;o de cada regi&atilde;o para a atividade que ser&aacute; desenvolvida. Em  rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ovinocaprinocultura, os animais j&aacute; s&atilde;o adaptados a essa &aacute;rea, ao  clima, &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es naturais. Mas outros fatores devem ser considerados, como o  tipo de solo e o mercado consumidor para determinados produtos&rdquo;, enfatizou o  secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge  Dantas.O pesquisador da Embrapa Solos, Jos&eacute; Coelho de Ara&uacute;jo, fez uma  apresenta&ccedil;&atilde;o sobre os tipos de solo na regi&atilde;o do Canal do Sert&atilde;o. Ele salientou  que boa parte &eacute; formada por solos rasos, com possibilidade de saliniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Por  conta disso, a irriga&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o &eacute; uma pr&aacute;tica comum na regi&atilde;o, deve ser feita  com assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica&rdquo;, ressaltou.Ainda durante a reuni&atilde;o, o consultor  em sistemas agroindustriais, Andr&eacute; Sorio, destacou as possibilidades da  ovinocaprinocultura e o que o mercado consumir procura, al&eacute;m de fazer um  panorama sobre a produ&ccedil;&atilde;o e o consumo desse tipo de carne no Brasil. &ldquo;Esse tipo  de atividade &eacute; adequado para ambientes extremos, como o semi&aacute;rido, enquanto o  Brasil se destaca como o segundo maior consumidor de carne de ovinos na  Am&eacute;rica&rdquo;, explicou.Ele tamb&eacute;m frisou que o rebanho nacional de ovinos &eacute;  de quase 17 milh&otilde;es de cabe&ccedil;as e a m&eacute;dia &eacute; de 39 cabe&ccedil;as por criador. J&aacute; em  Alagoas, atualmente a m&eacute;dia &eacute; de 17 cabe&ccedil;as por criador e o rebanho no Estado &eacute;  de 203 mil cabe&ccedil;as, com 11.860 propriedades onde esses animais s&atilde;o  criados.&ldquo;Geralmente, a ovinocultura &eacute; uma atividade secund&aacute;ria ou  terci&aacute;ria dentro da propriedade. &Eacute; preciso capacitar os criadores para uma  melhor produ&ccedil;&atilde;o e que atenda &agrave;s demandas do mercado. Isso &eacute; importante para que  haja efetivamente a gera&ccedil;&atilde;o de renda&rdquo;, analisou o consultor.Os  participantes da reuni&atilde;o tamb&eacute;m acompanharam a apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto para o  P&oacute;lo de Produ&ccedil;&atilde;o Integrada de Ovinos, conduzida pelo consultor Ricardo Arag&atilde;o.  Esse projeto contempla a capacita&ccedil;&atilde;o dos produtores, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica  permanente e melhoramento gen&eacute;tico do rebanho.Como experi&ecirc;ncias exitosas  de desenvolvimento sustent&aacute;vel no semi&aacute;rido, foram apresentados os projetos de  Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), que recebem assist&ecirc;ncia da empresa Projetec. Com  apoio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S&atilde;o Francisco e do Parna&iacute;ba  (Codevasf), as regi&otilde;es no entorno do Rio S&atilde;o Francisco promovem gera&ccedil;&atilde;o de renda  tanto nas &aacute;reas irrigadas quanto de sequeiro. O expositor foi o consultor da  Projetec, Cl&oacute;vis Guimar&atilde;es  Filho.Representa&ccedil;&atilde;oParticiparam da reuni&atilde;o,  al&eacute;m de t&eacute;cnicos e produtores, os secret&aacute;rios de Estado da Infraestrutura, Marco  Fireman, de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o, Eduardo Setton, da Aquicultura e  Pesca, R&eacute;gis Cavalcante, do Gabinete do Governador, Herbert Motta, o presidente  nacional da Codevasf, Gulherme Almeida de Oliveira, o superintendente da  Companhia em Alagoas, Luiz Alberto Nogueira, o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos  Criadores de Caprinos e Ovinos de Alagoas (Accoal), Marco Maranh&atilde;o,  representantes do Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, do Sebrae/AL, das  secretarias de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (Seplande),  dos Recursos H&iacute;dricos e do Meio Ambiente (Semarh), do Programa de Arranjos  Produtivos Locais (PAPL).]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Técnicos do Alagoas Mais Ovinos apresentam relatórios do programa]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16739/agricultura/2012/03/26/tecnicos-do-alagoas-mais-ovinos-apresentam-relatorios-do-programa.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16739/agricultura/2012/03/26/tecnicos-do-alagoas-mais-ovinos-apresentam-relatorios-do-programa.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Mon, 26 Mar 2012 14:02:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Os t&eacute;cnicos que prestam assist&ecirc;ncia aos agricultores inclu&iacute;dos no Programa Alagoas Mais Ovinos v&atilde;o se reunir, nesta ter&ccedil;a-feira (27), para apresentar relat&oacute;rio]]></description>
					<content><![CDATA[Os t&eacute;cnicos que prestam assist&ecirc;ncia aos agricultores inclu&iacute;dos no Programa Alagoas Mais Ovinos v&atilde;o se reunir, nesta ter&ccedil;a-feira (27), para apresentar relat&oacute;rios sobre o andamento das a&ccedil;&otilde;es e fazer uma presta&ccedil;&atilde;o de contas do trabalho. A reuni&atilde;o ser&aacute; a partir das 8h30, na C&acirc;mara Municipal de Ouro Branco, no Sert&atilde;o alagoano, e vai contar tamb&eacute;m com representantes da cadeia produtiva, como criadores e membros de associa&ccedil;&otilde;es e cooperativas.De acordo com o gestor do programa pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri), Luciano Barros, esse tipo de reuni&atilde;o &eacute; peri&oacute;dica e serve para avaliar o andamento do projeto, considerando a capacita&ccedil;&atilde;o dos criadores, o crescimento do rebanho, a implanta&ccedil;&atilde;o dos bancos de forragens e a elabora&ccedil;&atilde;o dos relat&oacute;rios.


&ldquo;Todos os meses &eacute; elaborado um relat&oacute;rio sobre o Alagoas Mais Ovinos, por meio do qual conhecemos as particularidades em cada munic&iacute;pio, como ele est&aacute; evoluindo, qual a melhoria para os benefici&aacute;rios&rdquo;, destacou o gestor do programa.
Resultados positivos &ndash; &ldquo;A cria&ccedil;&atilde;o de ovelhas e cabras &eacute; uma voca&ccedil;&atilde;o do agricultor sertanejo, que agora encontra possibilidades de melhoria. Com o Alagoas Mais Ovinos, n&atilde;o houve apenas o repasse dos animais, houve e ainda est&aacute; havendo capacita&ccedil;&atilde;o dessas fam&iacute;lias, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, orienta&ccedil;&atilde;o sobre manejo, acompanhamento de m&eacute;dicos veterin&aacute;rios. Por isso temos os resultados antes do esperado, como a devolu&ccedil;&atilde;o dos animais por algumas fam&iacute;lias&rdquo;, enfatizou o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jorge Dantas.
&ldquo;Outro objetivo do Alagoas Mais Ovinos &eacute; a melhoria gen&eacute;tica dos animais, o que j&aacute; est&aacute; ocorrendo. Com isso, o agricultor poder&aacute; aumentar seu rebanho mais r&aacute;pido, produzir carne, couro, leite, abastecer os abatedouros, e diversificar sua produ&ccedil;&atilde;o. Tudo isso visa &agrave; inclus&atilde;o s&oacute;cio-produtiva das fam&iacute;lias beneficiadas&rdquo;, completou o gestor Luciano Barros.
O Alagoas Mais Ovinos &eacute; uma iniciativa do Arranjo Produtivo Local (APL) de Ovinocaprinocultura e da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri), com apoio da Associa&ccedil;&atilde;o dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Alagoas (Accoal).
As a&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m t&ecirc;m o apoio da Ag&ecirc;ncia Espanhola de Coopera&ccedil;&atilde;o Internacional para o Desenvolvimento (AECID), Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (Seplande), Sebrae/AL, Instituto Ambiental Brasil Sustent&aacute;vel (IABS) e Agroneg&oacute;cios Projetos e Consultoria.
&nbsp;

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Governo fortalece pecuária de leite na região da Marituba]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16578/agricultura/2012/03/23/governo-fortalece-pecuaria-de-leite-na-regio-da-marituba.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16578/agricultura/2012/03/23/governo-fortalece-pecuaria-de-leite-na-regio-da-marituba.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Fri, 23 Mar 2012 14:08:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Produtores familiares da regi&atilde;o da Matiruba, em Penedo, que foram impactados pelas obras de regulariza&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica realizadas ao longo do]]></description>
					<content><![CDATA[Produtores familiares da regi&atilde;o da Matiruba, em Penedo, que foram impactados pelas obras de regulariza&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica realizadas ao longo do Rio S&atilde;o Francisco, como a constru&ccedil;&atilde;o de reservat&oacute;rios e usinas hidroel&eacute;tricas, est&atilde;o inclu&iacute;dos num projeto para fortalecimento da cadeia produtiva local.
&nbsp;
Ao todo, 319 fam&iacute;lias do Arranjo Produtivo da Cooperativa dos Produtores do Projeto Marituba (Coomarituba) ser&atilde;o beneficiadas diretamente com a&ccedil;&otilde;es de um conv&ecirc;nio entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri), e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S&atilde;o Francisco e do Parna&iacute;ba (Codevasf).
A a&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem o apoio do Sebrae/AL, da Prefeitura Municipal de Penedo e da Ag&ecirc;ncia Espanhola de Coopera&ccedil;&atilde;o Internacional para o Desenvolvimento (AECID), que vai fazer um diagn&oacute;stico da cadeia produtiva. Um dos primeiros benef&iacute;cios para as fam&iacute;lias &eacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o de 400 novilhas e vacas de primeira cria, da ra&ccedil;a Girolando, para servir como matrizes e impulsion
O conv&ecirc;nio, cujo valor total chega a R$ 2.156.000,00, tamb&eacute;m prev&ecirc; a aquisi&ccedil;&atilde;o de um caminh&atilde;o com tanque isot&eacute;rmico para transporte de leite, tr&ecirc;s tanques de resfriamento de leite, tratores, patrulha mec&acirc;nica e equipamentos de inform&aacute;tica, al&eacute;m de outros itens. Os produtores ser&atilde;o capacitados, haver&aacute; um levantamento socioecon&ocirc;mico e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica.
&ldquo;O governador Teotonio Vilela entende que os produtores dessa regi&atilde;o precisam ser inseridos de forma produtiva, para que continuem no campo, produzindo alimento, gerando renda, desenvolvendo aquela regi&atilde;o&rdquo;, enfatizou o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas.
Neg&oacute;cio promissor &ndash; Segundo o secret&aacute;rio adjunto da Seagri, Jos&eacute; Marinho J&uacute;nior, a produ&ccedil;&atilde;o de leite dos produtores da Coomarituba j&aacute; tem compra garantida pela Cooperativa Pindorama e pelo Governo do Estado, para inclus&atilde;o no Programa do Leite, que repassa o produto a fam&iacute;lias em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade alimentar e nutricional em todos os 102 munic&iacute;pios.
&ldquo;Esse projeto tem todas as condi&ccedil;&otilde;es para se tornar sustent&aacute;vel, afinal, a regi&atilde;o j&aacute; possui uma pequena bacia leiteira e um dos itens principais, que &eacute; a comercializa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; est&aacute; garantida&rdquo;, comentou Jos&eacute; Marinho J&uacute;nior. De acordo com a estimativa de t&eacute;cnicos da Seagri e do Sebrae/AL, a produ&ccedil;&atilde;o de leite das 400 matrizes, no primeiro ano, pode chegar a 3 mil litros de leite.
O superintendente de Desenvolvimento Agropecu&aacute;rio da Seagri, Hibernon Cavalcante, faz uma avalia&ccedil;&atilde;o geral e afirma que o Nordeste &eacute; &ldquo;a bola da vez&rdquo; para as ind&uacute;strias de latic&iacute;nios. &ldquo;Proporcionalmente, &eacute; a regi&atilde;o onde mais h&aacute; crescimento na produ&ccedil;&atilde;o de leite. Isso prova que a atividade &eacute; sustent&aacute;vel, tem mercado e expectativa de crescimento&rdquo;, comentou.
A entrega das 400 matrizes que foram licitadas ainda n&atilde;o tem data prevista para ocorrer, uma vez que o processo ainda precisa passar por alguns &oacute;rg&atilde;os do governo e, depois, um grupo de t&eacute;cnicos especializados far&aacute; a escolha dos animais.
&nbsp;]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Desenvolve apoia o fortalecimento da agricultura familiar no Litoral Norte de Alagoas]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16530/agricultura/2012/03/22/desenvolve-apoia-o-fortalecimento-da-agricultura-familiar-no-litoral-norte-de-alagoas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16530/agricultura/2012/03/22/desenvolve-apoia-o-fortalecimento-da-agricultura-familiar-no-litoral-norte-de-alagoas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 22 Mar 2012 20:37:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Com o objetivo de conhecer a oferta e a demanda de produtos agr&iacute;colas da regi&atilde;o da Costa dos Corais, a Desenvolve - Ag&ecirc;ncia de Fomento de Alagoas e o Instituto Brasileiro de Admini]]></description>
					<content><![CDATA[Com o objetivo de conhecer a oferta e a demanda de produtos agr&iacute;colas da regi&atilde;o da Costa dos Corais, a Desenvolve - Ag&ecirc;ncia de Fomento de Alagoas e o Instituto Brasileiro de Administra&ccedil;&atilde;o Municipal (Ibam) v&ecirc;m organizando a agricultura familiar existente na regi&atilde;o para gerar o desenvolvimento aliado ao potencial tur&iacute;stico a partir da comercializa&ccedil;&atilde;o dos produtos demandados.
Foi com este prop&oacute;sito que representantes das duas institui&ccedil;&otilde;es se reuniram, na &uacute;ltima quarta-feira (21), com empres&aacute;rios e produtores da agricultura familiar de Japaratinga. Na ocasi&atilde;o, foi apresentado o n&iacute;vel de procura e oferta dos alimentos cultivados no munic&iacute;pio.
O programa, coordenado pela Desenvolve em parceria com o Instituto Brasileiro de Administra&ccedil;&atilde;o Municipal (Ibam) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tem como objetivo identificar os produtores de alimentos da agricultura familiar e os empreendimentos tur&iacute;sticos da regi&atilde;o, para a promo&ccedil;&atilde;o de rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o entre os dois lados do mercado.
Para a analista de Projetos da Desenvolve, Patr&iacute;cia Toledo, &eacute; muito importante a participa&ccedil;&atilde;o dos agricultores neste projeto, junto aos empres&aacute;rios da regi&atilde;o. &ldquo;As a&ccedil;&otilde;es integradas ir&atilde;o unir as necessidades da produ&ccedil;&atilde;o e da comercializa&ccedil;&atilde;o de alimentos de forma sustentada, seguindo as demandas do empresariado local&rdquo;, ressaltou.
Patr&iacute;cia Toledo tamb&eacute;m explicou como ser&aacute; feito o trabalho dos agricultores. &ldquo;Eles v&atilde;o se organizar em uma associa&ccedil;&atilde;o para dar inicio ao planejamento produtivo de suas planta&ccedil;&otilde;es e, ap&oacute;s isso, ir&atilde;o disponibilizar seus produtos para o mercado consumidor&rdquo;, disse.
De acordo com a analista, at&eacute; o final do projeto &eacute; esperado que 13 prefeituras e 60 fam&iacute;lias da regi&atilde;o sejam beneficiadas com o programa. &ldquo;Ao todo, ser&atilde;o beneficiadas mais de 1200 pessoas, cooperativas rurais, hot&eacute;is, bares, restaurantes e pousadas, por meio de uma oferta e procura adequada para todos&rdquo;, destacou.
Al&eacute;m de representantes da Desenvolve e do Ibam, estiveram presentes na reuni&atilde;o, agricultores, empres&aacute;rios da Associa&ccedil;&atilde;o de Empreendedores de Japaratinga em Turismo (Aejatur), da Associa&ccedil;&atilde;o dos Hot&eacute;is, Pousadas e Trade Tur&iacute;stico do Litoral Norte do Estado de Alagoas (AHMAJA), secret&aacute;rios municipais de Japaratinga, e representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri).]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Equipe Técnica avalia condições do terreno do Polo Agroalimentar]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16127/agricultura/2012/03/15/equipe-tecnica-avalia-condices-do-terreno-do-polo-agroalimentar.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/16127/agricultura/2012/03/15/equipe-tecnica-avalia-condices-do-terreno-do-polo-agroalimentar.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 15 Mar 2012 10:13:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O processo de implanta&ccedil;&atilde;o do Polo Tecnol&oacute;gico Agroalimentar de Arapiraca avan&ccedil;a para a fase de constru&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio f&iacute;sico, na zona rural de Ara]]></description>
					<content><![CDATA[O processo de implanta&ccedil;&atilde;o do Polo Tecnol&oacute;gico Agroalimentar de Arapiraca avan&ccedil;a para a fase de constru&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio f&iacute;sico, na zona rural de Arapiraca. Para verificar detalhes do terreno, uma equipe t&eacute;cnica da Secretaria da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (Secti) esteve, nesta quarta-feira (14), acompanhando os engenheiros da construtora vencedora da licita&ccedil;&atilde;o no local.&nbsp;O Polo &eacute; um projeto elaborado, defendido e executado por diversas institui&ccedil;&otilde;es, tanto p&uacute;blica como privada, como a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), Sebrae/AL, Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias de Alagoas (Fiea), Federa&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria de lagoas (Faeal), entre outras contribui&ccedil;&otilde;es. Esse projeto recebeu recursos do Governo do Estado e do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (MCT) no valor total de R$ 12 milh&otilde;es.&nbsp;A instala&ccedil;&atilde;o do Polo Agroalimentar, que ocupar&aacute; uma &aacute;rea de 1.795 m&sup2;, pr&oacute;ximo ao Povoado da Bananeira, ser&aacute; um ambiente para a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas e servi&ccedil;os focados nas &aacute;reas de mandiocultura e hortifruticultura, para atender o pequeno produtor. O projeto do Polo define como objetivo geral a organiza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o agroalimentar do semi-&aacute;rido alagoano a partir da execu&ccedil;&atilde;o de projetos de pesquisas b&aacute;sicas e aplicadas, incorporando processos e procedimentos de desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica.
&nbsp;Al&eacute;m dos produtores familiares da regi&atilde;o, o Polo tamb&eacute;m ir&aacute; prestar servi&ccedil;os aos participantes do Programa dos Arranjos Produtivos Locais (APL) do segmento da mandiocultura e da hortifruticultura. Al&eacute;m de atender as demandas dos APL&acute;s, o Polo tamb&eacute;m ser&aacute; respons&aacute;vel pela a&ccedil;&atilde;o de biotecnologia, certifica&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lises microbiol&oacute;gicas, entre outras.
&nbsp;Segundo o superintendente da Secti, Geraldo Oliveira, a implanta&ccedil;&atilde;o do Polo Agroalimentar de Arapiraca acarretar&aacute; no melhoramento e fortalecimento da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola da regi&atilde;o. &ldquo;Esse empreendimento vai fazer com que novas empresas, novos produtores, venham para a regi&atilde;o. Ser&aacute; um instrumento de atra&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias, novos procedimentos, o que ir&aacute; beneficiar tanto os pequenos neg&oacute;cios j&aacute; existentes al&eacute;m dos futuros&rdquo;, defendeu o superintendente.
A diretora de Articula&ccedil;&atilde;o Institucional e Coopera&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica, Flavia Toledo, explica que al&eacute;m da Secti e das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior, a implanta&ccedil;&atilde;o do Polo Tecnol&oacute;gico Agroalimentar tamb&eacute;m recebe apoio direto do secret&aacute;rio da Articula&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica, Rog&eacute;rio Te&oacute;filo, e do assessor Especial do Governador em Arapiraca, Francisco Azevedo.
Al&eacute;m dos engenheiros da empresa Plataforma, participou da visita t&eacute;cnica o gerente de projetos da Secti, Ricardo Ara&uacute;jo, que acompanha todas as a&ccedil;&otilde;es e projetos da Secretaria.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Convênio com o MDS permite que Alagoas crie Bancos de Alimentos]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/15999/agricultura/2012/03/13/convenio-com-o-mds-permite-que-alagoas-crie-bancos-de-alimentos.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/15999/agricultura/2012/03/13/convenio-com-o-mds-permite-que-alagoas-crie-bancos-de-alimentos.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Tue, 13 Mar 2012 09:43:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[&nbsp;Alagoas  ter&aacute; seu primeiro Banco de Alimentos. Conv&ecirc;nio firmado entre o  Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social e Combate &agrave; Fome (MDS) e o governo  estadual, por meio da]]></description>
					<content><![CDATA[&nbsp;Alagoas  ter&aacute; seu primeiro Banco de Alimentos. Conv&ecirc;nio firmado entre o  Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Social e Combate &agrave; Fome (MDS) e o governo  estadual, por meio da Secretaria da Assist&ecirc;ncia e Desenvolvimento Social  (Seades), permitir&aacute; a instala&ccedil;&atilde;o da unidade. O governo federal  destinar&aacute; R$ 450 mil &agrave; cria&ccedil;&atilde;o do Banco de Alimentos e a contrapartida  do estado ser&aacute; de R$ 50 mil. A orienta&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio &eacute; que o  equipamento seja instalado em at&eacute; dois anos.
 &nbsp;
A  unidade ser&aacute; criada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural e  Abastecimento de Alagoas (Ideral) na Central de Abastecimento (Ceasa),  em Macei&oacute;, informa a gerente de Promo&ccedil;&atilde;o do Direito Humano &agrave; Alimenta&ccedil;&atilde;o  Adequada da Seades, Ana Paula Santos. O principal objetivo ser&aacute;  combater o desperd&iacute;cio de produtos hortifrutigranjeiros. 
 &nbsp;
&ldquo;Nossa  estrat&eacute;gia para este ano &eacute; fortalecer o combate ao desperd&iacute;cio de  alimentos nas Ceasas e o abastecimento alimentar&rdquo;, diz a  coordenadora-geral de Sistemas P&uacute;blicos Agroalimentares Locais da  Secretaria Nacional de Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional (Sesan) do MDS,  &Iacute;sis Ferreira. Para tanto, acrescenta, ser&aacute; refor&ccedil;ada a organiza&ccedil;&atilde;o de  sistemas locais de abastecimento e consumo, garantindo estrutura f&iacute;sica,  equipamentos e log&iacute;stica.
 &nbsp;
Os  Bancos de Alimentos atuam no recebimento de doa&ccedil;&otilde;es de alimentos  considerados fora dos padr&otilde;es para a comercializa&ccedil;&atilde;o, mas adequados ao  consumo. Neles, os g&ecirc;neros aliment&iacute;cios s&atilde;o recebidos, selecionados,  processados ou n&atilde;o, embalados e distribu&iacute;dos gratuitamente a entidades  assistenciais. S&atilde;o elas as encarregadas de distribuir &agrave; popula&ccedil;&atilde;o os  alimentos arrecadados, seja fornecendo refei&ccedil;&otilde;es prontas ou os  repassando diretamente &agrave;s fam&iacute;lias.
&nbsp;&nbsp;]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Alagoas pode se tornar zona livre da febre aftosa até o final do ano]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/15373/agricultura/2012/02/29/alagoas-pode-se-tornar-zona-livre-da-febre-aftosa-ate-o-final-do-ano.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/15373/agricultura/2012/02/29/alagoas-pode-se-tornar-zona-livre-da-febre-aftosa-ate-o-final-do-ano.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Wed, 29 Feb 2012 12:49:00 -0300]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O Estado de Alagoas poder&aacute; ser reconhecido pelo  Minist&eacute;rio da Agricultura como zona livre de febre aftosa com vacina&ccedil;&atilde;o  at&eacute; outubro deste ano. O reconhecimento dep]]></description>
					<content><![CDATA[O Estado de Alagoas poder&aacute; ser reconhecido pelo  Minist&eacute;rio da Agricultura como zona livre de febre aftosa com vacina&ccedil;&atilde;o  at&eacute; outubro deste ano. O reconhecimento depende de poucos detalhes,  sendo o principal deles, a auditoria a ser realizada por t&eacute;cnicos do  minist&eacute;rio entre os dias 5 e 9 de mar&ccedil;o. O ministro Mendes Ribeiro Filho  deu a informa&ccedil;&atilde;o ao governador Teotonio Vilela Filho, no final da tarde  desta ter&ccedil;a-feira (28), durante audi&ecirc;ncia em Bras&iacute;lia com a  participa&ccedil;&atilde;o dos senadores Benedito de Lira e Renan Calheiros, al&eacute;m de  produtores rurais e t&eacute;cnicos do Minist&eacute;rio.


O governador Teotonio  Vilela agradeceu ao ministro e &agrave; equipe do Minist&eacute;rio o apoio e aten&ccedil;&atilde;o  que vem sendo dispensada ao Estado para que possa cumprir todas as  exig&ecirc;ncias da pasta e conquistar o status de zona livre da aftosa. Ele  destacou a import&acirc;ncia do reconhecimento para o Estado e para o Pa&iacute;s.  Com a certifica&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio, os produtos do Estado estar&atilde;o aptos a  conquistar novos mercados no Brasil e mesmo no exterior.
Teotonio  Vilela assegurou ao ministro que Alagoas &ldquo;fez o dever de casa&rdquo; e est&aacute;  comprometido a cumprir todas as exig&ecirc;ncias apresentadas pelo Minist&eacute;rio.
Mendes  Ribeiro disse que o Minist&eacute;rio dar&aacute; todo o suporte para que o Estado de  Alagoas e o povo alagoano consigam conquistar o status de &aacute;rea livre.  &ldquo;A equipe da pasta vai estar ao lado de Alagoas para conquistar o  certificado de zona livre de aftosa&rdquo;.
T&eacute;cnicos da Ag&ecirc;ncia de  Defesa e Inspe&ccedil;&atilde;o Agropecu&aacute;ria (Adeal) fizeram quest&atilde;o de elogiar a  postura do Governo de Alagoas, afirmando que nunca viram tanto  compromisso dos altos escal&otilde;es de um governo estadual com a quest&atilde;o do  combate &agrave; doen&ccedil;a.
Segundo cronograma de trabalho do Departamento  de Sa&uacute;de Animal do Minist&eacute;rio da Agricultura, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; incluir  Alagoas e o Cear&aacute; no processo de amplia&ccedil;&atilde;o da zona livre de febre aftosa  com vacina&ccedil;&atilde;o, que est&aacute; em curso este ano. Al&eacute;m dos dois estados,  Maranh&atilde;o, Par&aacute;, Piau&iacute; e Pernambuco tamb&eacute;m devem ser declarados livres da  doen&ccedil;a, pois j&aacute; cumpriram todas as exig&ecirc;ncias e metas necess&aacute;rias.  Depois de receber o reconhecimento nacional (at&eacute; outubro), o Minist&eacute;rio  da Agricultura dever&aacute; dar entrada no processo de reconhecimento  internacional, que finalmente poder&aacute; abrir as portas de mercados  internacionais &agrave; carne e produtos derivados do leite destes estados.
Durante  o encontro, o senador Renan Calheiros destacou a import&acirc;ncia do  trabalho do Governo, parlamentares e produtores rurais para o Estado.  &ldquo;Nossa presen&ccedil;a aqui &eacute; a demonstra&ccedil;&atilde;o de que estamos todos juntos para  conquistar esse reconhecimento&rdquo;, comentou.
O governador Teotonio  Vilela comemorou os resultados do encontro. &ldquo;A audi&ecirc;ncia foi excelente,  com todo o staff do Minist&eacute;rio. Sa&iacute;mos muito confiantes da reuni&atilde;o.  Quero dizer que isso &eacute; uma vit&oacute;ria de Alagoas. Todos participaram do  trabalho - Governo, pol&iacute;ticos, produtores rurais e at&eacute; mesmo a imprensa  contribuiu para isso. Foi um verdadeiro mutir&atilde;o em defesa de Alagoas&rdquo;,  afirmou Teotonio Vilela.
&nbsp;

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Secretaria da Agricultura assina convênio para compra de equipamentos]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14817/agricultura/2012/02/17/secretaria-da-agricultura-assina-convenio-para-compra-de-equipamentos.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14817/agricultura/2012/02/17/secretaria-da-agricultura-assina-convenio-para-compra-de-equipamentos.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Fri, 17 Feb 2012 10:00:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O  secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge  Dantas, e o superintendente da Caixa Econ&ocirc;mica Federal em Alagoas,  Herbert Buenos Aires, assinaram nest]]></description>
					<content><![CDATA[O  secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge  Dantas, e o superintendente da Caixa Econ&ocirc;mica Federal em Alagoas,  Herbert Buenos Aires, assinaram nesta quinta-feira (16) um conv&ecirc;nio de  R$ 3,3 milh&otilde;es para a Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (Ater). A  assinatura do contrato aconteceu na sede do &oacute;rg&atilde;o estadual.

Os  recursos, oriundos do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA) e de  uma contrapartida do Governo, ser&atilde;o aplicados no fortalecimento das  feiras de agricultura familiar e s&atilde;o destinados a quase todo o Estado.  Apenas a regi&atilde;o do Baixo S&atilde;o Francisco, que ainda n&atilde;o &eacute; reconhecida como  Territ&oacute;rio Rural ou da Cidadania pelo MDA, n&atilde;o ser&aacute; contemplada. &nbsp;
&nbsp;
De  acordo com Jorge Dantas, o objetivo &eacute; aparelhar a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica  alagoana. &ldquo;N&oacute;s e o governador Teotonio Vilela Filho lutamos muito por  esse conv&ecirc;nio. Durante muito tempo, a assist&ecirc;ncia esteve desaparelhada e  esse &eacute; mais um passo para melhorarmos nossos servi&ccedil;os. J&aacute; contratamos  os t&eacute;cnicos e agora vamos adquirir os equipamentos&rdquo;, disse ele.
&nbsp;
O  secret&aacute;rio destacou que os valores ser&atilde;o empregados na compra de oito  ve&iacute;culos tipo van, 33 ve&iacute;culos tipo pick-up, um micro&ocirc;nibus, dois  caminh&otilde;es, duas mil caixas para hortifrutigranjeiros e 260 barracas de  a&ccedil;o inox. &ldquo;Isso vai ajudar tamb&eacute;m na comercializa&ccedil;&atilde;o dos produtos.  Muitas vezes os agricultores t&ecirc;m os produtos, mas n&atilde;o t&ecirc;m como  vend&ecirc;-los&rdquo;, acrescentou.
&nbsp;
J&aacute;  o superintendente da Caixa Econ&ocirc;mica em Alagoas destacou a parceria  entre as duas esferas governamentais. &ldquo;A Caixa j&aacute; trabalha com o Governo  de Alagoas h&aacute; bastante tempo e essa ser&aacute; mais uma parceria, mas agora  numa &aacute;rea nova para n&oacute;s, que &eacute; a agricultura. Ter essa oportunidade de  cooperar com essa demanda &eacute; um prazer&rdquo;, ressaltou ele.
&nbsp;
A  cota&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os para o contrato j&aacute; est&aacute; sendo finalizada pela  Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio e o  pr&oacute;ximo passo &eacute; elaborar o termo de refer&ecirc;ncia para a realiza&ccedil;&atilde;o da  licita&ccedil;&atilde;o. A expectativa &eacute; que os equipamentos possam ser adquiridos  entre 60 e 90 dias.
&nbsp;
Tamb&eacute;m  participaram da assinatura o secret&aacute;rio adjunto da Agricultura, Jos&eacute;  Marinho J&uacute;nior; a superintendente de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica, Rita de  C&aacute;ssia; o superintendente de Desenvolvimento Agropecu&aacute;rio, Hibernon  Cavalcante, e o vice-presidente da Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores e  Trabalhadoras da Agricultura do Estado de Alagoas, Ant&ocirc;nio Vitorino da  Silva.

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Convênio garante mais de R$ 3,3 milhões para assistência técnica]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14722/agricultura/2012/02/15/convenio-garante-mais-de-r-33-milhes-para-assistencia-tecnica.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14722/agricultura/2012/02/15/convenio-garante-mais-de-r-33-milhes-para-assistencia-tecnica.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Wed, 15 Feb 2012 14:31:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e  do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, e o superintendente da Caixa  Econ&ocirc;mica Federal em Alagoas, Herbert Buenos Aires, assinam nesta  ]]></description>
					<content><![CDATA[O secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e  do Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, e o superintendente da Caixa  Econ&ocirc;mica Federal em Alagoas, Herbert Buenos Aires, assinam nesta  quinta-feira (16) um conv&ecirc;nio que vai destinar mais de R$ 3,3 milh&otilde;es  para a Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (Ater) no Estado. A  assinatura acontece na sede da Seagri, em Macei&oacute;, a partir das 16h.
&nbsp;
Os  recursos s&atilde;o oriundos do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA),  por meio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT), com  contrapartida do governo estadual, e v&atilde;o garantir estrutura para a  realiza&ccedil;&atilde;o de feiras da agricultura familiar nos Territ&oacute;rios Rurais e  nos Territ&oacute;rios da Cidadania.
&nbsp;
O plano  de trabalho do conv&ecirc;nio prev&ecirc; a aquisi&ccedil;&atilde;o de oito ve&iacute;culos tipo van, 33  ve&iacute;culos tipo pick-up, um micro&ocirc;nibus, dois caminh&otilde;es, duas mil caixas  para hortifrutigranjeiros e 260 barracas de a&ccedil;o inox. &ldquo;Vamos ampliar a  infraestrutura destinada aos servi&ccedil;os de extens&atilde;o rural nos Territ&oacute;rios  Rurais e da Cidadania, bem como apoiar a comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos  oriundos do pequeno agricultor&rdquo;, destacou o secret&aacute;rio Jorge Dantas.
&nbsp;
Segundo  ele, Alagoas encontra-se em processo de revitaliza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de  Ater com a cria&ccedil;&atilde;o do Instituto de Inova&ccedil;&atilde;o para o Desenvolvimento Rural  Sustent&aacute;vel, cuja lei foi sancionada em dezembro. &ldquo;Com a cria&ccedil;&atilde;o deste  &oacute;rg&atilde;o, o Estado disp&otilde;e de uma entidade executora habilitada e apta para  inserir-se no que prescreve a Nova Lei de Ater&rdquo;, frisou o secret&aacute;rio.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Sertão recebe Conferências de Assistência Técnica e Extensão Rural]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14605/agricultura/2012/02/13/serto-recebe-conferencias-de-assistencia-tecnica-e-extenso-rural.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14605/agricultura/2012/02/13/serto-recebe-conferencias-de-assistencia-tecnica-e-extenso-rural.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Mon, 13 Feb 2012 10:35:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[As Confer&ecirc;ncias Territoriais que discutem as necessidades  da agricultura familiar no que se refere ao fortalecimento da produ&ccedil;&atilde;o a  partir da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e ex]]></description>
					<content><![CDATA[As Confer&ecirc;ncias Territoriais que discutem as necessidades  da agricultura familiar no que se refere ao fortalecimento da produ&ccedil;&atilde;o a  partir da assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural (Ater) ser&atilde;o realizadas  esta semana no Sert&atilde;o do Estado.
Nesta segunda-feira (13), o  evento ocorre no munic&iacute;pio de &Aacute;gua Branca, a partir das 9h. Na  ter&ccedil;a-feira (14), em Santana do Ipanema, e na quarta-feira (15) ser&aacute; em  P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car.
Nas outras regi&otilde;es do Estado, o p&uacute;blico chegou a  120 pessoas, entre agricultores familiares, assentados, quilombolas,  ind&iacute;genas, pescadores, ribeirinhos, gestores p&uacute;blicos, representantes  dos poderes municipal, estadual e federal, sindicatos rurais, movimentos  sociais e demais interessados no tema.
As discuss&otilde;es ocorrem em  torno da constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica de Ater para Alagoas,  baseada em cinco eixos. Todas as propostas ser&atilde;o apresentadas durante a  Confer&ecirc;ncia Estadual de Ater, que ser&aacute; realizada em Macei&oacute;, e depois  levadas por 15 delegados &agrave; Confer&ecirc;ncia Nacional, em Bras&iacute;lia.
A  iniciativa &eacute; da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento  Agr&aacute;rio (Seagri), Delegacia Federal em Alagoas do Minist&eacute;rio do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA), em parceria com o Conselho Estadual de  Desenvolvimento da Agricultura Familiar e Reforma Agr&aacute;ria (Cedafra),  prefeituras, sindicatos e grupos organizados.
De acordo com a  superintendente de Pesquisa, Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural da  Seagri, Rita de C&aacute;ssia, uma das demandas discutidas &eacute; pela assist&ecirc;ncia  t&eacute;cnica em quantidade, qualidade e continuidade, al&eacute;m da cria&ccedil;&atilde;o de uma  Lei de Ater Estadual.
&ldquo;Extens&atilde;o rural e assist&ecirc;ncia s&atilde;o  fundamentais para o fortalecimento da agricultura, para que ela se torne  sustent&aacute;vel e d&ecirc; &agrave;s fam&iacute;lias do campo condi&ccedil;&otilde;es para permanecer na  atividade&rdquo;, comentou a superintendente.
Temas
Nas  outras quatro Confer&ecirc;ncias Territoriais realizadas em Alagoas este m&ecirc;s,  um dos eixos discutidos trata da organiza&ccedil;&atilde;o da oferta de Ater  diferenciada e adequada para os biomas e ecossistemas do Estado, al&eacute;m da  articula&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa com a extens&atilde;o rural.
Outro  ponto discutido abordou a orienta&ccedil;&atilde;o educativa para a recupera&ccedil;&atilde;o  ambiental das propriedades familiares, o combate &agrave; desertifica&ccedil;&atilde;o e &agrave;  eros&atilde;o, e a preserva&ccedil;&atilde;o dos bens naturais coletivos. Tamb&eacute;m foi abordada  a valoriza&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas tradicionais sustent&aacute;veis da cultura  popular, de tecnologias sociais e de recursos locais.
Al&eacute;m disso,  foi discutida a necessidade de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas espec&iacute;ficas para os  povos ind&iacute;genas, comunidades quilombolas, mulheres do campo, idosos e  jovens rurais, com o objetivo de promover o acesso deles aos direitos  sociais.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Secretário e técnicos discutem andamento do Garantia Safra]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14441/agricultura/2012/02/09/secretario-e-tecnicos-discutem-andamento-do-garantia-safra.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14441/agricultura/2012/02/09/secretario-e-tecnicos-discutem-andamento-do-garantia-safra.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 09 Feb 2012 12:02:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[&nbsp;


O secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, vai se reunir, nesta sexta-feira  (10), com os profissionais do servi&ccedil;o de assist&ec]]></description>
					<content><![CDATA[&nbsp;


O secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, vai se reunir, nesta sexta-feira  (10), com os profissionais do servi&ccedil;o de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o  rural (Ater) para discutir o andamento do Programa Garantia Safra  referente ao ano agr&iacute;cola 2011-2012.
&ldquo;Vamos discutir as metas de  inscri&ccedil;&otilde;es de cada munic&iacute;pio, saber como est&atilde;o as inscri&ccedil;&otilde;es, verificar  se h&aacute; alguma dificuldade e propor solu&ccedil;&otilde;es. O que n&oacute;s queremos &eacute; que o  agricultor familiar esteja coberto por um seguro, para que ele plante  tranquilo&rdquo;, frisou o secret&aacute;rio.
O encontro ser&aacute; realizado no  audit&oacute;rio da Algodoeira, em Olho D&rsquo;&Aacute;gua das Flores, a partir das 9h, e  tamb&eacute;m vai contar com a coordena&ccedil;&atilde;o do programa em Alagoas. Para os  agricultores interessados, o per&iacute;odo de inscri&ccedil;&atilde;o segue at&eacute; o m&ecirc;s de  mar&ccedil;o e o Estado disp&otilde;e de 25 mil cotas.
A quantidade &eacute; o dobro da  que foi disponibilizada no ano agr&iacute;cola 2010-2011, quando foram  oferecidas 12.363 cotas. O Garantia Safra &eacute; formado por um fundo  solid&aacute;rio, composto por contribui&ccedil;&atilde;o dos Estados, dos munic&iacute;pios e dos  agricultores. Para participar do programa, o agricultor familiar  primeiro faz uma inscri&ccedil;&atilde;o. Depois, ele recebe um boleto, no valor de 1%  do seguro, que deve pagar no per&iacute;odo determinado.
Em caso de  perda de 50% ou mais da planta&ccedil;&atilde;o, provocada por seca ou excesso de  chuva, o agricultor recebe um seguro de R$ 680,00. O Garantia Safra est&aacute;  dispon&iacute;vel para as culturas de arroz, algod&atilde;o, feij&atilde;o, mandioca e  milho, desde que cultivadas em &aacute;reas que variem entre 0,6 e 10 hectares,  sem irriga&ccedil;&atilde;o, em munic&iacute;pios do Alto e M&eacute;dio Sert&atilde;o, Bacia Leiteira ou  regi&atilde;o Agreste.
&ldquo;Todos os anos o Estado faz sua ades&atilde;o ao  programa, pois o governador Teotonio Vilela entende a import&acirc;ncia desse  seguro para o agricultor, em caso de perdas. Nossos t&eacute;cnicos  extensionistas est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos agricultores que desejarem se  inscrever no programa. Ao mesmo tempo, tamb&eacute;m fazemos um trabalho de  sensibiliza&ccedil;&atilde;o das prefeituras, para que elas se comprometam com o  Garantia Safra&rdquo;, afirmou o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jorge  Dantas.
Outras informa&ccedil;&otilde;es sobre o Garantia Safra pelo n&uacute;mero (82) 3315-3668, das 8h &agrave;s 14h.
&nbsp;

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Seca: agricultores do Alto Sertão começam a servir silagem a ovinos]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14233/agricultura/2012/02/05/seca-agricultores-do-alto-serto-comecam-a-servir-silagem-a-ovinos.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14233/agricultura/2012/02/05/seca-agricultores-do-alto-serto-comecam-a-servir-silagem-a-ovinos.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Sun, 05 Feb 2012 10:30:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Criadores de ovinos e caprinos do Alto Sert&atilde;o alagoano iniciaram o  fornecimento de silagem aos animais como uma forma de complementar a  alimenta&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo de estiagem]]></description>
					<content><![CDATA[Criadores de ovinos e caprinos do Alto Sert&atilde;o alagoano iniciaram o  fornecimento de silagem aos animais como uma forma de complementar a  alimenta&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo de estiagem, que j&aacute; se iniciou. Em algumas  propriedades, o material servido aos rebanhos foi elaborado a partir do  sorgo forrageiro SF-15, variedade desenvolvida e registrada pela  Diretoria de Pesquisa da Secretaria de Estado da Agricultura e do  Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Dipap/Seagri), numa parceria com o Instituto  Agron&ocirc;mico de Pernambuco (IPA).  De acordo com o engenheiro agr&ocirc;nomo Fernando Gomes, pesquisador da  Dipap, foram implantadas unidades demonstrativas de silo sincho com  sorgo forrageiro em seis munic&iacute;pios. Em cada uma delas, foram utilizadas  duas tarefas de terra. &ldquo;Um dos primeiros a abrir a silagem e servir aos  animais foi o produtor Jos&eacute; Ramalho, do S&iacute;tio Mundo Novo, em Olho  D&rsquo;&Aacute;gua do Casado, e n&oacute;s estivemos l&aacute; esta semana para registrar a  qualidade do material&rdquo;, contou o pesquisador.  Segundo ele, o silo sincho &ndash; feito na superf&iacute;cie e em formato  arredondado &ndash; ficou em &ldquo;descanso&rdquo; por 50 dias. &ldquo;S&oacute; agora, ap&oacute;s esse  per&iacute;odo, &eacute; que ele est&aacute; pronto para ser fornecido aos animais&rdquo;,  recomendou Fernando Gomes. De acordo com ele, a a&ccedil;&atilde;o da Seagri de  estimular e orientar os agricultores na elabora&ccedil;&atilde;o da silagem faz parte  do Programa Alagoas Mais Ovinos e do Arranjo Produtivo Local (APL) de  Ovinocaprinocultura.  &ldquo;A maioria desses produtores, inclusive os que participaram dos Dias de  Campo nas unidades demonstrativas, s&atilde;o participantes do APL e do Mais  Ovinos. Para que o rebanho se desenvolva, &eacute; preciso ter uma boa  alimenta&ccedil;&atilde;o, especialmente agora na &eacute;poca da estiagem&rdquo;, argumentou o  pesquisador da Dipap.  Segundo ele, a implanta&ccedil;&atilde;o das unidades demonstrativas de sorgo faz  parte de um projeto que tem apoio do Banco do Nordeste. &ldquo;Um hectare de  sorgo produz entre 50 e 80 toneladas de massa verde, enquanto um hectare  de milho produz em torno de 18 toneladas por hectare. O sorgo consome  apenas 50% da &aacute;gua consumida pelo milho e, dessa forma, tem mais  resist&ecirc;ncia aos per&iacute;odos de estiagem. Assim, &eacute; importante que ele seja  usado na silagem&rdquo;, avaliou o diretor da Dipap, Teodorico Ara&uacute;jo.  O secret&aacute;rio de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio,  Jorge Dantas, avalia que tanto as a&ccedil;&otilde;es da Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e  Extens&atilde;o Rural (Ater) quanto a pesquisa s&atilde;o necess&aacute;rias para melhoria  das condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o do agricultor familiar. &ldquo;Todas elas s&atilde;o  iniciativas que visam atender demandas dos produtores, a exemplo do  sorgo SF-15, j&aacute; adaptado &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es naturais do Sert&atilde;o&rdquo;, comentou  Dantas.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Seagri firma convênio com Agência Espanhola para fortalecer cadeias produtivas]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14145/agricultura/2012/02/03/seagri-firma-convenio-com-agencia-espanhola-para-fortalecer-cadeias-produtivas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/14145/agricultura/2012/02/03/seagri-firma-convenio-com-agencia-espanhola-para-fortalecer-cadeias-produtivas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Feb 2012 11:02:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[As cadeias produtivas de l&aacute;cteos e ovinocaprinocultura  ser&atilde;o fortalecidas a partir das a&ccedil;&otilde;es de um conv&ecirc;nio firmado entre a  Secretaria de Estado da Agricultura e do]]></description>
					<content><![CDATA[As cadeias produtivas de l&aacute;cteos e ovinocaprinocultura  ser&atilde;o fortalecidas a partir das a&ccedil;&otilde;es de um conv&ecirc;nio firmado entre a  Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio  (Seagri) e a Ag&ecirc;ncia Espanhola de Coopera&ccedil;&atilde;o Internacional para o  Desenvolvimento (AECID).

Na primeira etapa, ser&atilde;o  investidos mais de 1,5 milh&atilde;o de euros &ndash; j&aacute; somada a contrapartida do  governo do Estado. Os recursos tamb&eacute;m contemplam a&ccedil;&otilde;es para a  assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural (Ater) e pesca e aq&uuml;icultura, por  meio da Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepaq).
O  objetivo &eacute; melhorar a qualidade de vida das popula&ccedil;&otilde;es mais carentes  dedicadas ao setor agropecu&aacute;rio, com aumento do valor agregado dos  produtos e capacita&ccedil;&atilde;o dos t&eacute;cnicos, para que o servi&ccedil;o de Ater seja  melhor qualificado.
De acordo com o secret&aacute;rio adjunto de  Estado da Agricultura, Jos&eacute; Marinho, os trabalhos j&aacute; come&ccedil;aram.  &ldquo;Inicialmente, est&atilde;o sendo feitos diagn&oacute;sticos dos segmentos  contemplados, cria&ccedil;&atilde;o do Plano Estrat&eacute;gico e mantemos reuni&otilde;es  peri&oacute;dicas com a AECID&rdquo;, frisou o secret&aacute;rio.
Uma dessas  reuni&otilde;es foi realizada na &uacute;ltima segunda-feira (30), na sede da Seagri,  da qual participaram, al&eacute;m do secret&aacute;rio adjunto, o diretor da AECID,  Alejandro Mu&ntilde;oz, o diretor do Instituto Ambiental Brasil Sustent&aacute;vel  (IABS), Tadeu Assad, o superintendente de Desenvolvimento Agropecu&aacute;rio  da Seagri, Hibernon Cavalcante, e o gestor do Programa Alagoas Mais  Ovinos, Luciano Barros.

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Agronegócio acredita que 2012 será melhor que 2011]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13943/agricultura/2012/01/30/agronegocio-acredita-que-2012-sera-melhor-que-2011.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13943/agricultura/2012/01/30/agronegocio-acredita-que-2012-sera-melhor-que-2011.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Mon, 30 Jan 2012 23:57:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[A 1&ordf; Sondagem de Expectativas para o Agroneg&oacute;cio, divulgada hoje (30)  pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), aponta otimismo do setor  para o ano de 2012: 67% dos entrevistados ach]]></description>
					<content><![CDATA[A 1&ordf; Sondagem de Expectativas para o Agroneg&oacute;cio, divulgada hoje (30)  pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), aponta otimismo do setor  para o ano de 2012: 67% dos entrevistados acham que o ano ser&aacute; melhor do  que 2011.
A pesquisa foi feita h&aacute; cerca de dez dias com uma amostra de 100  pessoas ligadas &agrave; cadeia do agroneg&oacute;cio, sendo 55% produtores, 25%  consultores e 20% fornecedores de insumos e distribuidores.
O diretor t&eacute;cnico da SNA, Fernando Pimentel, disse que a manuten&ccedil;&atilde;o  dos pre&ccedil;os e as condi&ccedil;&otilde;es de clima favor&aacute;veis para a safra de ver&atilde;o  justificam o otimismo. &ldquo;Salvo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o sul  de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paran&aacute;, basicamente o Brasil, de uma  maneira geral, est&aacute; produzindo muito bem. Vai ser uma safra muito boa,  embora com redu&ccedil;&atilde;o de soja e milho&rdquo;, declarou. Ele ponderou, contudo,  que os pre&ccedil;os agr&iacute;colas est&atilde;o se mantendo, permitindo que a renda no  campo tamb&eacute;m se mantenha.
Pimentel lembrou que o governo federal j&aacute; sinalizou a possibilidade  de estender alguns benef&iacute;cios, como renegocia&ccedil;&atilde;o e alongamento de  d&iacute;vidas. &ldquo;Se voc&ecirc; olhar no c&ocirc;mputo geral a safra brasileira, ela  sinaliza um ambiente de otimismo, independentemente desses problemas de  clima localizados&rdquo;. Eles podem trazer preocupa&ccedil;&atilde;o par a safra de inverno  de trigo, de aveia e milho segunda safra. &ldquo;Mas, de maneira geral, os  sinais s&atilde;o bem positivos&rdquo;.
A infraestrutura e a log&iacute;stica de transporte e a comercializa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o  os principais obst&aacute;culos para o desenvolvimento do setor nacional, de  acordo com 97% dos consultados. &ldquo;Somos muito eficientes da porteira para  dentro, mas nossa infraestrutura n&atilde;o acompanhou o ritmo de crescimento  da produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avaliou o presidente da SNA, Antonio Alvarenga. Para ele,  isso prejudica a competitividade do produto brasileiro no exterior e  contribui para diminuir a renda dos produtores.
Um total de 71% dos representantes da cadeia do agroneg&oacute;cio  brasileiro demonstrou preocupa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m com o cen&aacute;rio internacional, em  especial a Europa e China, para onde s&atilde;o destinados, respectivamente,  25% e 17% das exporta&ccedil;&otilde;es do setor nacional. Fernando Pimentel ressaltou  que em fun&ccedil;&atilde;o da crise mundial, poder&aacute; ocorrer problemas na oferta de  recursos para a agricultura no Brasil, &ldquo;principalmente nas linhas de  financiamento &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Mas n&atilde;o ser&aacute; nada de grande envergadura  porque as commodities agr&iacute;colas s&atilde;o essenciais, &ldquo;principalmente as que o Brasil produz&rdquo;.
Ele analisou que a crise vai afetar o ambiente de cr&eacute;dito e de  consumo de bens de capital, &ldquo;mas eu n&atilde;o vejo ningu&eacute;m deixando de comer  na Europa ou na China&rdquo;. Pimentel destacou que mesmo na crise de 2008, o  produtor brasileiro n&atilde;o sofreu reflexos negativos. Como a agricultura  trata de bens essenciais, admitiu que poder&aacute; haver um pequeno recuo na  curva de crescimento das exporta&ccedil;&otilde;es de alimentos brasileiros para a  Uni&atilde;o Europeia ou China, mas assegurou que &ldquo;n&atilde;o h&aacute; como abrir m&atilde;o dos  insumos essenciais que o Brasil produz para a alimenta&ccedil;&atilde;o&rdquo;.
C&acirc;mbio (80%), burocracia (82%) e juros (68%) tamb&eacute;m foram apontados  na sondagem entre os obst&aacute;culos ao desenvolvimento do agroneg&oacute;cio,  superando as tradicionais reclama&ccedil;&otilde;es do setor, entre as quais falta de  cr&eacute;dito e de apoio do governo. A pesquisa traz como novidade a crescente  preocupa&ccedil;&atilde;o do setor com a falta de m&atilde;o de obra qualificada, citada por  66% dos entrevistados.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Seagri prorroga para até 10 de fevereiro prazo do edital de sementes]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13776/agricultura/2012/01/26/seagri-prorroga-para-ate-10-de-fevereiro-prazo-do-edital-de-sementes.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13776/agricultura/2012/01/26/seagri-prorroga-para-ate-10-de-fevereiro-prazo-do-edital-de-sementes.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 26 Jan 2012 13:33:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O prazo para entidades representativas dos agricultores  familiares e as prefeituras interessadas receberem sementes para a safra  de 2012 foi prorrogado do dia 29 de janeiro para o dia 10 de fevereir]]></description>
					<content><![CDATA[O prazo para entidades representativas dos agricultores  familiares e as prefeituras interessadas receberem sementes para a safra  de 2012 foi prorrogado do dia 29 de janeiro para o dia 10 de fevereiro.  Os interessados devem se cadastrar, por meio da internet, acessando o  Edital de Credenciamento Seagri N&deg; 005 / 2011 - Distribui&ccedil;&atilde;o de  Sementes, dispon&iacute;vel no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico da secretaria  (www.agricultura.al.gov.br) e nos escrit&oacute;rios regionais.
O  objetivo da prorroga&ccedil;&atilde;o do prazo de cadastramento, segundo o secret&aacute;rio  de Estado da Agricultura Jorge Dantas, &eacute; dar oportunidade a um n&uacute;mero  maior de entidades e prefeituras de se inscreverem no Programa Estadual  de Distribui&ccedil;&atilde;o de Sementes de Alagoas e beneficiar mais agricultores  familiares, dentre eles, assentados da reforma agr&aacute;ria, ind&iacute;genas e  comunidades quilombolas.
As sementes que ser&atilde;o entregues s&atilde;o  de culturas como feij&atilde;o, arroz, algod&atilde;o, milho, mamona e sorgo. A  previs&atilde;o &eacute; iniciar a distribui&ccedil;&atilde;o em mar&ccedil;o de 2012, segundo a  superintendente de Fortalecimento da Agricultura Familiar, In&ecirc;s Pacheco,  cerca de 1.200 toneladas de sementes dever&atilde;o ser entregues aos  agricultores entre mar&ccedil;o e agosto de 2012, por meio do Programa de  Sementes.
A entidade que desejar se cadastrar ou tirar  d&uacute;vidas podem procurar os escrit&oacute;rios regionais da Seagri localizados  nos munic&iacute;pios de Macei&oacute;, Porto Calvo, Uni&atilde;o dos Palmares, Penedo,  Palmeira dos &Iacute;ndios, Arapiraca, Batalha, Santana do Ipanema e Delmiro  Gouveia. Outras Informa&ccedil;&otilde;es sobre o edital que credencia entidades para  distribui&ccedil;&atilde;o de sementes em 2012 pelo telefone (82) 3315-1373, de  segunda &agrave; sexta-feira, das 8h &agrave;s 14h.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Agricultores do Sertão recebem equipamentos e implementos agrícolas]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13507/agricultura/2012/01/21/agricultores-do-serto-recebem-equipamentos-e-implementos-agricolas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13507/agricultura/2012/01/21/agricultores-do-serto-recebem-equipamentos-e-implementos-agricolas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Sat, 21 Jan 2012 09:02:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O governador Teotonio Vilela Filho e o secret&aacute;rio da Agricultura e Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, participaram, na sexta-feira (20), da solenidade de assinatura de conv&ecirc;nio]]></description>
					<content><![CDATA[O governador Teotonio Vilela Filho e o secret&aacute;rio da Agricultura e Desenvolvimento Agr&aacute;rio, Jorge Dantas, participaram, na sexta-feira (20), da solenidade de assinatura de conv&ecirc;nios e termos de cess&atilde;o de equipamentos, m&aacute;quinas e implementos agr&iacute;colas para agricultores de 29 associa&ccedil;&otilde;es dos munic&iacute;pios de Mata Grande, Inhapi e Canapi. As institui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o beneficiadas pelos programas de desenvolvimento da agricultura de Alagoas e est&atilde;o inseridas no Programa Territ&oacute;rio da Cidadania, do governo federal. A solenidade contou com a presen&ccedil;a de v&aacute;rios agricultores e aconteceu no Mercado P&uacute;blico de Mata Grande.

Os recursos para a compra dos equipamentos, no valor de R$ 968 mil, foram liberados por meio de um conv&ecirc;nio com o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA) e serviram para a compra de caminh&atilde;o, batedeiras de cereais, m&aacute;quinas forrageiras e alicates de castra&ccedil;&atilde;o para ovinos e caprinos. O maior objetivo da entrega dos materiais &eacute; promover e implementar a autogest&atilde;o do desenvolvimento sustent&aacute;vel dos territ&oacute;rios rurais, aumentando e dinamizando a economia e a autonomia das associa&ccedil;&otilde;es nas atividades do campo exercidas diariamente.
A finalidade do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, &eacute; o fortalecimento da atividade agr&iacute;cola dos agricultores da regi&atilde;o sertaneja e a melhoria da qualidade dos produtos agr&iacute;colas produzidos pelos pequenos produtores da agricultura familiar e do manejo de animais.
Durante o discurso, o governador Teotonio Vilela afirmou que uma das suas metas priorit&aacute;rias desde que assumiu o governo de Alagoas &eacute; fortalecer o pequeno agricultor. Ele ressaltou sua liga&ccedil;&atilde;o com o povo do Sert&atilde;o.
&ldquo;Eu nasci em Vi&ccedil;osa, na Zona da Mata de Alagoas, mas desde cedo aprendi a respeitar e admirar o povo sertanejo. Por reconhecer a luta desse povo, que ficou marcante na minha vida, quando assumi a Comiss&atilde;o da Seca, no Senado Federal, fiz a promessa de dedicar a minha atividade pol&iacute;tica para melhorar a vida dessas pessoas. Naquele per&iacute;odo, em 1986 e 1987, quando o Nordeste sofreu com uma das suas maiores secas, visitei todos os estados e presenciei o drama dos sertanejos nordestinos&rdquo;, disse.
O governador ainda citou as a&ccedil;&otilde;es j&aacute; desenvolvidas para o homem do campo. &ldquo;Trouxemos v&aacute;rios projetos e programas, como os programas do Leite, o Mais Ovinos, os bancos de sementes, a distribui&ccedil;&atilde;o de sementes para o plantio e uma s&eacute;rie de outras a&ccedil;&otilde;es que visam levar ao sertanejo, ao homem do campo, as condi&ccedil;&otilde;es de sobreviv&ecirc;ncia, pois o homem que vive da sua terra, que vive do suor derramado na terra, merece o nosso respeito e o nosso apoio. Eu n&atilde;o nasci no Sert&atilde;o, mas me sinto um verdadeiro sertanejo&rdquo;, afirmou Teotonio Vilela.
Parceria
O delegado do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio em Alagoas, Gilberto Coutinho, confirmou o interesse do governo federal em refor&ccedil;ar as parcerias de projetos com o Governo de Alagoas. Ele ressaltou a postura do governador Teotonio Vilela.
&ldquo;Aprendi a respeitar o governador Teotonio Vilela no per&iacute;odo em que estive &agrave; frente da Superintend&ecirc;ncia do Incra em Alagoas, quando conheci sua forma republicana de ser. Sou integrante e tenho milit&acirc;ncia em um&nbsp; partido diferente do partido do governador Teotonio Vilela, mas, mesmo assim, ele sempre me apoiou e trabalhou em conjunto para que pud&eacute;ssemos encaminhar as demanda do Incra em Alagoas. Eu, que assumi recentemente a delegacia federal do MDA em Alagoas, quero continuar a parceria e j&aacute; recebi da presidenta Dilma Rousseff a orienta&ccedil;&atilde;o de ajudar em todas as suas demandas no Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio. O senhor &eacute; o representante leg&iacute;timo do povo alagoano e quero manter o trabalho que vem dando certo&rdquo;, disse.
J&aacute; o presidente da Central Estadual das Associa&ccedil;&otilde;es de Agricultores Familiares (Ceapa), Genivaldo Vieira, destacou a import&acirc;ncia da doa&ccedil;&atilde;o dos equipamentos para os pequenos agricultores do alto Sert&atilde;o de Alagoas.
"Somente quem vive da agricultura sabe a import&acirc;ncia desses equipamentos que estamos recebendo do Governo do Estado. Agora, o pequeno agricultor vai poder plantar e colher com mais condi&ccedil;&otilde;es de vender os seus produtos, pois antes nossa produ&ccedil;&atilde;o era prejudicada pela falta de m&aacute;quinas e equipamentos. Para se ter uma ideia, a m&aacute;quina que vai beneficiar o milho e feij&atilde;o vai acabar com o trabalho manual que era feito por muitos homens. N&atilde;o teremos mais os homens e mulheres batendo o feij&atilde;o, no meio do sol, com porretes, que terminava fazendo que o nosso produto fosse vendido com pouca qualidade e, com isso, a pre&ccedil;o muito baixo&rdquo;, exp&ocirc;s.&nbsp;
Ele acrescenta que os equipamentos ainda v&atilde;o ajudar em outros aspectos. &ldquo;Teremos ainda caminh&atilde;o para o transporte dos produtos e outros equipamentos que v&atilde;o ajudar a gente no dia a dia. Agora, vamos produzir muito mais e ganhar um pouco mais de dinheiro e, com isso, tenho certeza que a vida do homem do campo vai melhorar", garantiu Genivaldo Vieira.A solenidade de entrega ainda contou com as presen&ccedil;as do senador Benedito de Lira; do deputado estadual In&aacute;cio Loiola; do secret&aacute;rio de Agricultura, Jorge Dantas, o superintendente da Conab, Eliseu Barbosa, e do presidente da Federa&ccedil;&atilde;o dos Agricultores (Fetag), Genival Oliveira, al&eacute;m de agricultores, lideran&ccedil;as sindicais, prefeitos da regi&atilde;o do Sert&atilde;o e dirigentes de entidades ligadas &agrave; agricultura em Alagoas.

]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Ações do governo alavancam pesca e aquicultura no Estado]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13156/agricultura/2012/01/13/aces-do-governo-alavancam-pesca-e-aquicultura-no-estado.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13156/agricultura/2012/01/13/aces-do-governo-alavancam-pesca-e-aquicultura-no-estado.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Fri, 13 Jan 2012 10:00:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Com pouco mais de sete meses de exist&ecirc;ncia, a Secretaria  de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepaq) vem apresentando avan&ccedil;os no  segmento. Os projetos da pasta s&atilde;o prioridade no pla]]></description>
					<content><![CDATA[Com pouco mais de sete meses de exist&ecirc;ncia, a Secretaria  de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepaq) vem apresentando avan&ccedil;os no  segmento. Os projetos da pasta s&atilde;o prioridade no planejamento do Alagoas  Tem Pressa e tem conseguido viabilizar a inclus&atilde;o e a gera&ccedil;&atilde;o de  emprego e renda para agricultores familiares e pequenos pescadores de  Norte a Sul do Estado.
De acordo com o secret&aacute;rio de Estado da  Pesca e Aquicultura, Regis Cavalcante, o Programa Alagoas Mais Peixe  vem beneficiando mais de 340 fam&iacute;lias nos 17 m&oacute;dulos implantados at&eacute;  agora. Este ano, esse n&uacute;mero deve chegar a 500.
&ldquo;No Minist&eacute;rio  da Pesca recebemos elogios por termos criado um espa&ccedil;o de debate das  pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para o setor. Hoje, somos a terceira secretaria  estadual do tipo no Pa&iacute;s e, por meio de a&ccedil;&otilde;es concretas na pesca e na  aquicultura, como a consolida&ccedil;&atilde;o do Programa Alagoas Mais Peixe, vamos  trabalhar ainda mais&rdquo;, explica o secret&aacute;rio.
J&aacute; a constru&ccedil;&atilde;o  da depuradora de ostras no munic&iacute;pio de Coruripe, no &uacute;ltimo m&ecirc;s de maio,  trouxe novas perspectivas para ostreicultores e comerciantes do molusco  em Alagoas. Em parceria com a Ag&ecirc;ncia Espanhola, o projeto abrange a  cria&ccedil;&atilde;o de um selo de origem por parte do Instituto Nacional de  Propriedade Industrial (Inpi), que se chamar&aacute; Ostra de Alagoas.
De  acordo com o ocean&oacute;grafo e superintendente da Secretaria de Estado da  Pesca e Aquicultura (Sepaq) Ricardo Non&ocirc;, est&atilde;o sendo realizados testes  para comprovar a higieniza&ccedil;&atilde;o do ambiente e a efic&aacute;cia na produ&ccedil;&atilde;o das  ostras. &ldquo;Com o pleno funcionamento da depuradora, vamos aliar qualidade,  seguran&ccedil;a alimentar, al&eacute;m de agregar mais valor ao produto&rdquo;, explica.
Ainda  segundo o superintendente, com a chegada de novos materiais,  equipamentos e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, a previs&atilde;o &eacute; produzir 200 mil ostras  depuradas somente em 2012. Cerca de 150 fam&iacute;lias que vivem do cultivo  do molusco no Estado tamb&eacute;m ser&atilde;o beneficiadas com a comercializa&ccedil;&atilde;o  formal do produto.
Al&eacute;m da depuradora, os ostreicultores  tamb&eacute;m ser&atilde;o contemplados com a revitaliza&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s cultivos nos  munic&iacute;pios de Barra de S&atilde;o Miguel, Passo de Camaragibe e Porto de  Pedras. Os mais de R$ 420 mil destinados para a &aacute;rea envolvem a  implanta&ccedil;&atilde;o de mais dois novos cultivos em Roteiro e Barra de Santo  Ant&ocirc;nio.
Com esses recursos, ser&atilde;o adquiridos equipamentos  como embarca&ccedil;&otilde;es, motores, motos, mesas de cultivo e equipamento  multipar&acirc;metro, al&eacute;m das sementes de ostras e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica. Mais  de 120 fam&iacute;lias ser&atilde;o beneficiadas.
&nbsp;
Outras a&ccedil;&otilde;es - No Baixo  S&atilde;o Francisco, a produ&ccedil;&atilde;o de pescado &eacute; de cerca de duas mil toneladas  por ano. Essa capacidade ainda pode ser bastante ampliada e, segundo o  superintendente de Desenvolvimento da Aquicultura da Sepaq, Edson  Maruta, essa quantidade pode chegar a 10 mil por ano.
&ldquo;O  secret&aacute;rio quer mudar a realidade do segmento no Estado. Temos  capacidade para ter peixe na mesa de mais alagoanos, associando um  alimento muito saud&aacute;vel com o potencial produtivo das nossas &aacute;guas.  Faremos uma campanha de divulga&ccedil;&atilde;o para o consumo consciente do pescado.  Assim, levaremos mais uma forma de renda a quem precisa e teremos a  produ&ccedil;&atilde;o de peixe como uma vis&atilde;o de neg&oacute;cio&rdquo;, diz ele.
Regis Cavalcante adianta que, em 2012, a Sepaq dar&aacute; andamento a v&aacute;rias  solicita&ccedil;&otilde;es para povoamento de alevinos em diversas regi&otilde;es do Estado.  Pequenos produtores poder&atilde;o produzir peixes em tanques escavados e,  dessa forma, o cultivo de pescado aumentar&aacute;.
&ldquo;Em 2012, vamos  ampliar o Alagoas Mais Peixe com projetos que j&aacute; est&atilde;o encaminhados ao  governo federal. Queremos chegar ao final de 2012 com 50 m&oacute;dulos  implantados e investimentos na ordem de R$ 2 milh&otilde;es, que compreendem  compra de equipamentos, al&eacute;m de ajuda de custo para m&atilde;o de obra  especializada&rdquo;, explica o secret&aacute;rio.
Para ampliar o cultivo  de outras esp&eacute;cies de peixe, um projeto inovador j&aacute; est&aacute; em andamento.  Trata-se do Projeto Pirarucu, que versa o cultivo em tanques-rede. De  acordo com o secret&aacute;rio, j&aacute; existem recursos na ordem de mais de R$ 500  mil destinados a essa a&ccedil;&atilde;o, que j&aacute; teve experi&ecirc;ncias exitosas em outras  regi&otilde;es do Brasil. As barragens de Jaramataia e Dois Riachos ser&atilde;o as  favorecidas.
Segundo Regis Cavalcante, uma das maiores miss&otilde;es  da Sepaq &eacute; viabilizar a legisla&ccedil;&atilde;o e a instala&ccedil;&atilde;o de um conselho  espec&iacute;fico para a &aacute;rea &ndash; a previs&atilde;o &eacute; que isso acontece no primeiro  semestre de 2012. &ldquo;Regularizar essa pol&iacute;tica &eacute; uma necessidade do Estado  para que a atividade da pesca e aquicultura seja encarada com seriedade  e possamos gerar mais emprego e renda. Al&eacute;m disso, com a aplica&ccedil;&atilde;o  dessa lei, teremos a constru&ccedil;&atilde;o de um marco legal&rdquo;, diz ele.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Seca no Paraguai reduz em 40% produção de alimentos da agricultura familiar]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13005/agricultura/2012/01/09/seca-no-paraguai-reduz-em-40-produco-de-alimentos-da-agricultura-familiar.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/13005/agricultura/2012/01/09/seca-no-paraguai-reduz-em-40-produco-de-alimentos-da-agricultura-familiar.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Mon, 09 Jan 2012 20:20:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[O vice-ministro da Agricultura do Paraguai, Andr&eacute;s Werlhe, disse hoje  (9) que a seca que afeta o pa&iacute;s desde novembro deve provocar queda de  40% na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos d]]></description>
					<content><![CDATA[O vice-ministro da Agricultura do Paraguai, Andr&eacute;s Werlhe, disse hoje  (9) que a seca que afeta o pa&iacute;s desde novembro deve provocar queda de  40% na produ&ccedil;&atilde;o de alimentos da agricultura familiar. Uma das safras  mais afetadas &eacute; a de soja, principal produto agr&iacute;cola de exporta&ccedil;&atilde;o do  pa&iacute;s.
O problema das perdas por causa da seca &eacute; enfrentado tamb&eacute;m por  agricultores de diversos munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul e de Santa  Catarina, que j&aacute; decretaram situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia. No Paran&aacute;, tamb&eacute;m h&aacute;  relatos de perdas no cultivo de gr&atilde;os.
De acordo com o governo paraguaio, al&eacute;m da soja, h&aacute; perdas na  produ&ccedil;&atilde;o de milho e de algod&atilde;o, cultivado por pequenas fam&iacute;lias como  principal fonte de renda.
Ap&oacute;s despachar com o presidente da Rep&uacute;blica do Paragual, Fernando  Lugo, o secret&aacute;rio disse que os itens&nbsp; mais afetados s&atilde;o os de  subsist&ecirc;ncia dos pequenos produtores, o que gera preocupa&ccedil;&atilde;o com a  seguran&ccedil;a alimentar das fam&iacute;lias campesinas.
A pecu&aacute;ria paraguaia tamb&eacute;m sofre com a falta de chuvas, que leva a  queimadas naturais nas pastagens e, conseq&uuml;entemente, &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das  fontes de alimentos dos animais e &agrave; queda da produ&ccedil;&atilde;o de carne e leite.  Para tentar reduzir o preju&iacute;zo dos produtores, o governo est&aacute; estudando a  libera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito para o setor.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Máquinas e implementos devem beneficiar mais de 4 mil agricultores]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12527/agricultura/2011/12/29/maquinas-e-implementos-devem-beneficiar-mais-de-4-mil-agricultores.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12527/agricultura/2011/12/29/maquinas-e-implementos-devem-beneficiar-mais-de-4-mil-agricultores.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 29 Dec 2011 13:29:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[
Agricultores familiares vinculados a 29 associa&ccedil;&otilde;es do  Alto Sert&atilde;o ser&atilde;o beneficiados com o repasse de m&aacute;quinas e implementos  agr&iacute;colas que v&atilde;o for]]></description>
					<content><![CDATA[
Agricultores familiares vinculados a 29 associa&ccedil;&otilde;es do  Alto Sert&atilde;o ser&atilde;o beneficiados com o repasse de m&aacute;quinas e implementos  agr&iacute;colas que v&atilde;o fortalecer o beneficiamento de gr&atilde;os e o manejo de  animais. Estima-se que 872 agricultores ser&atilde;o beneficiados diretamente  com a a&ccedil;&atilde;o, e outros 4.276 de forma indireta. Todos eles s&atilde;o produtores  em Mata Grande, Canapi e Inhapi.Os equipamentos foram adquiridos  pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio  (Seagri), a partir de um conv&ecirc;nio entre o Governo do Estado e o  Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA).
O valor total do  conv&ecirc;nio soma mais de R$ 848 mil e, at&eacute; agora, R$ 557 mil foram  licitados, permitindo a aquisi&ccedil;&atilde;o de 29 m&aacute;quinas forrageiras, 29  batedeiras de cereais e 29 alicates de castra&ccedil;&atilde;o. A entidade beneficiada  com os equipamentos ser&aacute; a Central Estadual das Associa&ccedil;&otilde;es de  Agricultores Familiares (Ceapa), por meio de 29 associa&ccedil;&otilde;es de  produtores.
A entrega dos equipamentos dever&aacute; ocorrer na  segunda quinzena de janeiro, no munic&iacute;pio de Mata Grande. &ldquo;Esses  materiais v&atilde;o facilitar a rotina de trabalho das fam&iacute;lias do campo. As  batedeiras de cereais, por exemplo, reduzem o tempo e a quantidade de  pessoas necess&aacute;rias para bater o feij&atilde;o&rdquo;, lembrou o presidente da Ceapa,  Genivaldo Vieira.
As m&aacute;quinas forrageiras s&atilde;o utilizadas para  preparar o alimento de bovinos, ovinos e caprinos. Entre outros  produtos, elas trituram palma, palha de milho e sorgo e auxiliam na  elabora&ccedil;&atilde;o da silagem.
&ldquo;O governador Teotonio Vilela entende a  necessidade de apoio &agrave;s fam&iacute;lias do campo, para que elas produzam com  recursos adequados e, assim, obtenham renda do que sabem fazer. &Eacute;  importante frisar tamb&eacute;m o apoio do governo federal em diversos  projetos&rdquo;, destacou o secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jorge Dantas.
Os  recursos liberados pelo MDA foram via Pronat, um programa tem como  objetivo promover, planejar e implementar a auto-gest&atilde;o do  desenvolvimento sustent&aacute;vel dos territ&oacute;rios rurais e o fortalecimento e  dinamiza&ccedil;&atilde;o de sua economia.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Agricultores do Sertão produzem mais de 45 sacos de milho por tarefa]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12318/agricultura/2011/12/25/agricultores-do-serto-produzem-mais-de-45-sacos-de-milho-por-tarefa.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12318/agricultura/2011/12/25/agricultores-do-serto-produzem-mais-de-45-sacos-de-milho-por-tarefa.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Sun, 25 Dec 2011 08:40:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Agricultores familiares de Po&ccedil;o das Trincheiras, no Sert&atilde;o de  Alagoas, ultrapassaram a produtividade de milho obtida na regi&atilde;o em  2010, quando um grupo de 16 produtores particip]]></description>
					<content><![CDATA[Agricultores familiares de Po&ccedil;o das Trincheiras, no Sert&atilde;o de  Alagoas, ultrapassaram a produtividade de milho obtida na regi&atilde;o em  2010, quando um grupo de 16 produtores participou de um Concurso de  Produtividade e o vencedor atingiu a meta de 36 sacos de milho por  tarefa.  Este ano, o mesmo concurso teve mais de 150 inscritos e uma das que  mais produziram foi Yara Alves Martins Santos, da comunidade Barro  Vermelho. Ela obteve 45 sacos e 19 quilos em apenas uma tarefa. A  agricultora fez o plantio seguindo as recomenda&ccedil;&otilde;es do t&eacute;cnico  extensionista Jos&eacute; Valmiro Gomes da Costa, da Secretaria de Estado da  Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri), organizador da  competi&ccedil;&atilde;o.  &ldquo;Eles ficaram muito entusiasmados ao perceberem que seus colegas e  vizinhos que participaram do concurso em 2010 conseguiram aumentar a  produtividade&rdquo;, justificou Jos&eacute; Valmiro. A entrega da premia&ccedil;&atilde;o aos  vencedores do concurso de 2011 dever&aacute; ocorrer apenas em janeiro de 2012.  Outro agricultor que tamb&eacute;m se destacou em produtividade foi Jos&eacute; Gildo  dos Santos, que obteve 40 sacos e 59 quilos em apenas uma tarefa. Cada  saco possui 60 quilos de milho. Aldair Martins, tamb&eacute;m da comunidade  Barro Vermelho, produziu 40 sacos e 13 quilos por tarefa.  Os n&uacute;meros do IBGE mostram que em Alagoas a produtividade m&eacute;dia de  milho &eacute; de 600 quilos por hectare, ou seja, 200 quilos por tarefa, o que  equivale a apenas 3,3 sacos. &ldquo;O Concurso de Produtividade de Milho 2011  serviu para estimular o pequeno agricultor a usar tecnologias, aumentar  a produtividade e melhorar a renda&rdquo;, enfatizou Jos&eacute; Valmiro.  &ldquo;O uso da tecnologia adequada, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e orienta&ccedil;&atilde;o podem  proporcionar ao agricultor familiar melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, com  mais renda e incentivo &agrave; pecu&aacute;ria leiteira. Como Alagoas n&atilde;o produz  milho nem farelo na quantidade suficiente, os agricultores compram os  que v&ecirc;m de Sergipe e da Bahia&rdquo;, frisou Jos&eacute; Valmiro.  &ldquo;O governo do Estado est&aacute; empenhado no apoio a iniciativas como essa,  que estimulam o pequeno produtor rural a produzir mais, ganhar mercado e  melhorar sua vida. Por isso, o governador Teotonio Vilela determinou  que houvesse apoio a este concurso, como fizemos em 2010&rdquo;, argumentou o  secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jorge Dantas.]]></content>
				</item>
			<item>
					<title><![CDATA[Agricultores podem aumentar produtividade de milho com técnicas adequadas]]></title>
					<link><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12199/agricultura/2011/12/22/agricultores-podem-aumentar-produtividade-de-milho-com-tecnicas-adequadas.html]]></link>
					<comments><![CDATA[http://alagoastempo.com.br/noticia/12199/agricultura/2011/12/22/agricultores-podem-aumentar-produtividade-de-milho-com-tecnicas-adequadas.html#comments]]></comments>
					<pubDate><![CDATA[Thu, 22 Dec 2011 13:12:00 -0200]]></pubDate>
					<description><![CDATA[Os  agricultores alagoanos podem aumentar a produtividade de milho, por  hectare, e, dessa forma, melhorar a renda da fam&iacute;lia. A constata&ccedil;&atilde;o &eacute;  feita pelo superintendente d]]></description>
					<content><![CDATA[Os  agricultores alagoanos podem aumentar a produtividade de milho, por  hectare, e, dessa forma, melhorar a renda da fam&iacute;lia. A constata&ccedil;&atilde;o &eacute;  feita pelo superintendente de Desenvolvimento Agropecu&aacute;rio da Secretaria  de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (Seagri),  Hibernon Cavalcante, e baseia-se nos resultados obtidos em algumas das  30 unidades demonstrativas implantadas pela Seagri em diversos  munic&iacute;pios.

De  acordo com o superintendente, o uso das t&eacute;cnicas adequadas, sementes de  origem conhecida, aduba&ccedil;&atilde;o e espa&ccedil;amento correto, por exemplo, podem  elevar a produtividade em mais de 10 vezes. &ldquo;Os n&uacute;meros do IBGE mostram  que em Alagoas a produtividade m&eacute;dia de milho &eacute; de 600 quilos por  hectare, enquanto em algumas unidades n&oacute;s obtivemos quase 10 mil quilos  por hectare&rdquo;, frisou.
&nbsp;
Para  orientar os agricultores sobre como fazer para elevar a produtividade  em suas planta&ccedil;&otilde;es, a Seagri realiza atividades conhecidas como Dias de  Campo, nas quais os agricultores s&atilde;o convidados a conhecer as unidades  produtivas.
&nbsp;
O  mais recente deles foi realizado nesta ter&ccedil;a-feira (20) no S&iacute;tio  Carangueja, em Quebrangulo, que teve a participa&ccedil;&atilde;o de cerca de 80  pessoas, entre produtores, t&eacute;cnicos e gestores p&uacute;blicos. &ldquo;A propriedade  onde instalamos a unidade &eacute; do senhor Inaj&aacute; Brand&atilde;o, e l&aacute; devemos obter  em torno de seis mil quilos por hectare&rdquo;, explicou o gerente regional da  Seagri no Vale do Para&iacute;ba, Francisco Ten&oacute;rio Costa.
&nbsp;
Segundo  ele, o custo de produ&ccedil;&atilde;o de um hectare, j&aacute; considerando insumos e  tratos culturais, ficou em torno de R$ 1,8 mil, enquanto a receita  esperada &eacute; de R$ 3 mil. &ldquo;Fazendo da forma correta, &eacute; lucro certo para o  agricultor. O Estado tem car&ecirc;ncia de produ&ccedil;&atilde;o de milho, ou seja, existe  mercado consumidor para essa produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, acrescentou o gerente.
&nbsp;
A  atividade realizada em Quebrangulo contou tamb&eacute;m com t&eacute;cnicos do Banco  do Nordeste (BNB) e representantes da Prefeitura Municipal. &ldquo;O projeto  para instala&ccedil;&atilde;o das unidades demonstrativas tem o apoio da Embrapa&rdquo;,  ressaltou o superintendente Hibernon Cavalcante.

]]></content>
				</item>
	
</channel>
</rss>
