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  • Flávio Oliveira

  • QUANTO SE DÁ POR UM PARTIDO EM NEGOCIAÇÃO?

    19 de Abril de 2012
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    QUANTO SE DÁ POR UM PARTIDO EM NEGOCIAÇÃO?

    No círculo nada virtuoso das prostitutas partidárias, soldados, cabos e capitães eleitorais se oferecem no cais do porto sem seguro; somente fulgurando o ofertamento voluntário de agremiação em agremiação. Lembro nesta conjuntura que se renova, de no mínimo com exceções de dois em dois anos, como de dois se vai ao quarto das volúpias, permitindo a participação doutrem, construindo nos escombros da moral, uma ética duvidosa; fazem costura rota em panos velhos, num tecer de vai-e-vem frenético de bajulos a “poderosos”, como se nas almofadas do poder, a mulher de pernas abertas entre as quais, traçasse o bilro em esmero de produto na renda para alguns.


    Em mesas de bares, nas noites perfumadas do aroma embriagante da bebida e da conversa, caso sigilo, honra e interesse legal nesse meio pudesse existir, nos hotéis, nas boates, até mesmo nos palanques e festejos municipais, e nos lugares mais inusitados; de forma dissimulada com o compadrio de alguém se inicia a interlocução conchavada na cumplicidade malevolente da dissimulação, ou seja, cobra começa a engolir cobra; os acertos são verbalizados, abrindo o leilão espúrio do quanto se dar pelos votos dali e dacolá? São apartamentos, casas, fazendas, sítios, empregos da parentela e dos conhecidos mais chegados e outros empreendimentos a serem pagos com o dinheiro, sabe-se donde vem... Só sei que a origem poderá veredar do tráfico de drogas, de influência, de desvios de recursos públicos. São tantas as oportunidades que o elenco custa a ser revelado.


    Tem gente correndo o estado todo, onde sonha ter uma pseudo reunião. Lá estarão os coletadores de dinheiro, vendendo a alma, a parentela, os vizinhos e quem mais lembrar; são currais eleitorais, vezes apenas sonhados, mascarados nos números de quem vende o que não tem. Fechado o acordo, as parcelas de três ou mais vezes são datadas, até porque as últimas nunca serão pagas mesmo. Ambos sabem disso, e é por essa razão que se combina por alto... Um enganando o outro, mas na verdade é o eleitor quem será ludibriado. Passado o pleito, o que ficou para trás, que lá permaneça; os empregos, os cargos e outras mais, assim sepultadas na memória curta de quem acerta o improvável.


    Quem pagará a conta da campanha?  Se quem planta um quilo de feijão, com toda certa deseja colher sacadas e mais sacadas do produto semeado... imagine quem planta dinheiro! Seus cuidados na rentabilidade serão redobrados. A inflação da próxima eleição será cuidadosamente calculada, face as Ilhas Cayman cobrarem caro para guardar os frutos da privataria. Por fim, até lavar dinheiro custa os olhos da cara. É meu caro, e quase não sabido eleitor, homens e mulheres de dores, cuidado que um ser parecido com você tentará, e com certeza fará um estrago por longos quatro anos da sua vida e da nossa saciedade, já tão saqueada. Veja se seu futuro não tomará rumo incerto nas mãos de falaciadores, aliciadores que amaciam o ego e depois é só pancada nos lombos. Tem gente que até o prazo eleitoral se comporta de uma maneira, depois disso a conversa é outra. Quem dá mais por um pobre e endividado político? Quem fará sorrir um maior, que nunca foi abandonado, mas que precisa do nosso trabalhado dinheirinho? Quem se deixará convencer pelas promessas televisivas, pelos discursos pré-fabricados, pelos competentes marqueteiros de plantão? Todos têm razão, todos reconhecem os erros alheios, todos reclamam da falta de apoio do governo que não é dele, todos são ótimos para si mesmos, são temas fortes e importantes, somente lembrados nesta efervescente época de caça ao eleitor. São tão cheios de virtudes que se nos parece nós, os seus opostos, pobres figuras desprovidas da vida.


    Nós é que não merecemos, nós é que temos a culpa de tantas mazelas, tantas coisas inconfessáveis a serem reveladas e resolvidas. Somos nós os culpados, por unidades serem partidos em pedaços de virtudes desvirtuadas. Somos sim, desavisadamente mal comportados nas escolhas que fazemos; quantas culpas carregamos em nossa uníssona dor de eleitor mal resolvido. Dá pena ver autoridades algemas, trancafiadas sem ter culpa da nossa escolha... que peninha deles, que coisa terrível é ver e ter que esperar a próxima eleição para errar de novo.


    Se o relógio do tempo desse tempo para que voltas fossem dadas, a história talvez, fosse outra. Meditada no futuro do nosso passado situações reverteriam, conjunturas seriam producentes para que cada ser não escolhido, não pudesse comprar a escolha popular, assumindo cargos que nunca seriam seus. As investigações terminariam com inquéritos conclusivos pela inocência da escolha. Magistrados não teriam sentenças intermináveis, para no seu poder de quase semideus, analisar e desvirtuar nos interesses pessoais, em detrimento do coletivo. Não existiria jurisprudência, face a aplicação da lei ser uma só. A analogia desapareceria porque tudo estaria minuciosamente exposto, de tal maneira que a dúvida inexistiria. Os poderes não criariam leis, nem legislariam em causa própria, seus agentes agiriam com equidade em favor da gente.

  • MUI AMIGOS PALACIANOS

    18 de Abril de 2012
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    MUI AMIGOS PALACIANOS

    No nicho palaciano se abraçam o chefe e o auxiliar imediato, o vice-governador é parceiro de muitos anos dos usineiros, que por sua vez, gozam até os dias de hoje do efeito colorido do acordo de Fernando Collor que adoça a vida de umas poucas famílias de proprietários legítimos ou não, dos canaviais alagoanos. Fora ele protetor e protegido do setor sucro-alcooleiro, advogado e deputado federal a serviço da categoria, tendo passado uma temporada no estaleiro político que não é o eisa, ganhando o premio de consolação de última hora, o cargo de vice. Os companheiros para se verem livres do recém-restaurado fôlego eleitoral que arranja oxigênio na propaganda governamental, usurpando as ações do governo alagoano, na recuperação das casas e obras nos municípios vítimas das enchentes.


    Em represália ao sabichão de discursos engraçados, recheados de coisas não tão engraçadas assim, os majoritários da política alagoana se reúnem excluindo Collor, Ronaldo Lessa e outras figurinhas do desenho animado, porém, real componente da ala oposicionista, para ofertar a candidatura pretensa vitoriosa ao concorrente de Lessa e do protegido do prefeito Cícero Almeida, Mozart Amaral, o Sancho Pança; lembrando que o gestor da capital foi preterido candidato a governador na eleição passada, pelos mesmos pares. Desta vez o boi de piranha será Mozart, que mergulhará como petisco inicial sacrificado para que a gorda candidatura de Nonô passe tranquila e segura com o objetivo de não o permitir concorrer para governador no pleito de 2014. Abram alas ao bloco que planeja assumir o Palácio Zumbi dos Palmares no próximo exercício.


    Enquanto isso no imaginário setor dos nanicos, o PHS e outras  pequenas agremiações, que representam as minorias pouco ouvidas, aguardam o carro alegórico dos acordos futuros para darem sua parcela de contribuição na construção, e que não seja lenta, da restauração dos diversos setores governamentais de Alagoas.  Fiquem cientes os articuladores que os pequenos juntos fazem uma grande parcela cujas as minorias se avolumam e podem apresentar o diferencial dos projetos políticos e a danças das cadeira, discutidas em Brasília.

  • PHS TEOTÔNIO E REÚNE EM PREPARAÇÃO RUMO AS ELEIÇÕES 2012

    13 de Abril de 2012
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    PHS TEOTÔNIO E REÚNE EM PREPARAÇÃO RUMO AS ELEIÇÕES 2012

     


     


    Pré-candidatos a vereador, se reúnem para traçar metas e receber instrução do vice presidente estadual Flavio Franoli que em sua predica, enfatizou “Os candidatos perdedores fazem uma campanha comum e ordinária. O segredo para vencer, é fazer uma campanha impactante e extraordinária.”


    Estiveram presente na noite instrutiva dos humanistas no ultimo 12, os pré-candidatos: Cleube, Rosilene Soares, Leandro da Pousada, Marli Lima, Nalva Cabelereira, Benedito de Deus, Mario Cabeção, João Bruno, Marilene do ônibus, Sinval construtor, Professora Luzia e Adailton dos Santos, os filiados Edivaldo, Genusa,Kledson, Professora Lourdes; não puderam comparecer de maneira justificável Cícero Félix, José Antonio “Thuy”, Robson Pereira, Edelan Alcantara, Maria Inalda e Maria Helena.


    Dentre os diversos conteúdos programáticos desenvolvidos foram tratados prestação de contas, crimes eleitorais, contribuições partidárias, Marketing na internet e nos diversos mecanismos de difusão do humanismo. Por fim Flávio Franoli definiu com os presentes o lançamento do PHS jovem e PHS Mulher, em dia de filiação das duas categorias que juntas somam a maior parcela do eleitorado vilelense. Ressaltou que o PHS havia prestado contas do ano 2011 e que no município não mais é provisório mas um diretório sendo o único em Teotônio Vilela em plena, total e absoluta legalidade.


                 O vice presidente dos Humanistas alertou que cada um dos presentes somado aos demais solidaristas sejam todos fiscais, atentos, as manobras eleitoreiras dos outros candidatos, em especial aqueles que por traz tem a comum pratica de manobra de massa, lembrou das faixas do PHS mulher e PHS jovem que por determinado Edil foram retiradas e incinerada numa pratica clássica de ação mesquinha e tacanha de perseguição vil. Lembrando ainda que tem uma seleção publica para monitores que todos devem acompanhar a lisura do processo seletivo, para evitar sua utilização em benefício de quem não merece, frisou: ano eleitoral, tudo é motivo de atenção principalmente com os que querem se perpetuar.


     


     

  • Preparação para eleições humanistas

    04 de Abril de 2012
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    Preparação para eleições humanistas

    No último dia 02 de Abril, na escola Construtivista, em São Miguel dos Campos, membros e pré-candidatos do PHS - Partido Humanista da Solidariedade, participaram de uma palestra de capacitação sobre campanha eleitoral, presidida pelo senhor José Feitosa, presidente Municipal do PHS miguelense.


    Na oportunidade estiverem presentes os membros do diretório municipal, os pré-candidatos e correligionários. Para a palestra foi convidado o senhor Flávio Franoli, vice-presidente do PHS estadual.


    No discorrer da palestra Franoli deixou claro que a paciência é aliada do procedimento político, acertado na conquista de votos, resultando em candidaturas vitoriosas para o partido e os miguelenses, enaltecendo a criatividade, alavancar escolhas de estratégias e ações que provoquem no eleitor o interesse pela candidatura propositada. Frisou acerca da escolha numérica e musical, como se deixando para que o eleitor o grave bem e que não fique tão parecido com outros. Face número igual produzir confusão.


    A conduta do candidato está estampada na vitrine do pleito e todos os veem uma boa aparência, moldada no equilíbrio, temperança e bom comportamento e influem as futuras conquistas que aparecerão no dia a dia da campanha. Faz-se necessário com que o eleitor desperte, sinta-se atraído, sua atenção foque o candidato e fique desejoso em votar nas suas propostas.


    Após a palestra todos os que participaram ficaram mais conhecedores de muitos casos acerca da corrida eleitoral, e, todos por uma só manifestação concluíram que a palestra foi algo salutar, produtiva, importante e de grande valia para os que ali estavam, como dissemos no começo desta matéria. (Texto adaptado por Flávio Franoli do original da redação do Alagoas noticias)

  • Senador Biu e desenvolvimentista se reúnem

    02 de Abril de 2012
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    Senador Biu e desenvolvimentista se reúnem

    O secretário de Administração, Gestão e Planejamento de Teotônio Vilela, Flávio Oliveira, foi recebido pelo Senador Benedito de Lira, em seu gabinete, no Senado Federal, onde se tratou de diversos assuntos ligados ao desenvolvimento de Teotônio Vilela e região, dentre eles o estaleiro, a recuperação de rodovias que fazem a ligação da Rod BR 101 com o EISA; também a agricultura e a possibilidade da implantação do polo multisetorial em Teotônio Vilela, assim como se iniciado a discussão a cerca da TV Comunitária, que seria um meio de comunicação a mais no serviço de informação entretenimento para melhorar o padrão social, e,  por fim, Flávio como vice-presidente estadual do Partido Humanista da Solidariedade discutiu as diversas possibilidades de alianças futuras nos municípios alagoanos, com fins de fortalecer o próximo pleito, dentre eles Porto Real do Colégio, Igreja Nova, Messias, São Miguel dos Campos, Junqueiro, Campo Alegre, Teotônio Vilela, São Sebastião, Flexeiras, Novo Lino e Maragogi, assim como a capital, Maceió, restando da reunião a certeza de que ambos iriam ampliar as conversações que terão a atenção especial do Senador, a principio priorizando os assuntos  aligados ao desenvolvimento.

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